Ficção breve na qual o enredo parodia a economia da escrita de forma breve. A narrativa, com seu conteúdo aparentemente habitual, se utiliza da função rotineira da faxina para fazer emergir um questionamento indissolúvel sobre a realidade contada e a realidade vivida. Uma provável indistinção entre ficção e realidade, introduzida de maneira sutil e desprevenida, acaba por envolver a narrativa numa trama de certeza hesitante, talvez num avizinhamento às ambivalências do relato.
Sobre o autor: Tiago Cfer é doutorando no programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo.
Sobre o autor: Tiago Cfer é doutorando no programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo.