Maria nasceu no sertão, em plena seca do Nordeste, numa família de muitos irmãos. Deixa sua terra natal para tentar a vida na cidade grande. Mãe de dois filhos, Francisco e Lúcia, trabalha como doméstica e carrega as marcas do passado. Oriunda de uma família católica, devota de Nossa Senhora, muda de religião e passa por uma experiência evangélica. Seu patrão, Luís, é um intelectual cético, com uma peculiar visão de país, que contrasta com o universo singelo de onde Maria provém. Centrado em Maria, o romance deflagra uma série de indagações sobre a contemporaneidade e sua crise de valores, investigando as raízes dessa crise a partir do passado dos personagens, que vai se delineando no curso da narrativa.
Filha de Maria
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