A moda está longe de ser um fenómeno típico da contemporaneidade, pois sabe-se a importância que sempre tiveram artefactos de vestuário, adornos, ornamentos, acessórios, jóias, calçado: a importância da moda é imensa na organização social de todos os tempos. Não é pois de estranhar que tema social de tamanha magnitude tenha interessado a reflexão do grande filósofo/sociólogo Georg Simmel; no princípio do século XX, as páginas cintilantes com que repetidas vezes se detém na análise das facetas que o culto da moda proporciona à sua aguda visão da sociedade coincidem com a importância de que o fenómeno se revestia nas sociedades ocidentais industrializadas. Atente-se na síntese lapidar que Georg Simmel nos oferece, da sua leitura da moda como dado psicológico e social decisivo:
?A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atractivo singular do limite, o atractivo simultâneo do começo e do fim, da novidade e da caducidade.?
O livro conta com uma excelente tradução do Professor Artur Morão, que também assina uma introdução.
Uma compilação de textos sobre a moda por um dos grandes vultos do pensamento sociológico moderno, da qual extraímos esta síntese exemplar: «A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atractivo singular do limite, o atractivo simultâneo do começo e do fim, da novidade e, ao mesmo tempo, da caducidade».
A importância de Georg Simmel (1858-1918) no pensamento filosófico e sociológico do nosso tempo é incontroversa. A vida deste autor decorreu entre uma «constelação» de grandes espíritos: Max Weber, Dilthey, Rilke, Edmund Husserl, entre outros grandes vultos; e a sua influência estendeu-se a Cassirer, Ernest Bloch, Georg Lukács, Krakauer, até aos nossos dias.
A sua obra foi fonte de inspiração para muitos, e os seus ensaios sobre a moda dos textos mais luminosos e bem conseguidos
?A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atractivo singular do limite, o atractivo simultâneo do começo e do fim, da novidade e da caducidade.?
O livro conta com uma excelente tradução do Professor Artur Morão, que também assina uma introdução.
Uma compilação de textos sobre a moda por um dos grandes vultos do pensamento sociológico moderno, da qual extraímos esta síntese exemplar: «A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atractivo singular do limite, o atractivo simultâneo do começo e do fim, da novidade e, ao mesmo tempo, da caducidade».
A importância de Georg Simmel (1858-1918) no pensamento filosófico e sociológico do nosso tempo é incontroversa. A vida deste autor decorreu entre uma «constelação» de grandes espíritos: Max Weber, Dilthey, Rilke, Edmund Husserl, entre outros grandes vultos; e a sua influência estendeu-se a Cassirer, Ernest Bloch, Georg Lukács, Krakauer, até aos nossos dias.
A sua obra foi fonte de inspiração para muitos, e os seus ensaios sobre a moda dos textos mais luminosos e bem conseguidos