Tópicos abordados no livro:
Uma rápida viagem pelo meu tempo antes dos sessenta
O autor conta fatos de sua infância e sua educação, como baby boomer, entrando em sua adolescência influenciada por Woodstock, Beatles e o início da repressão aos jovens com a revolução de 1962. Fala, em todos os momentos, do comportamento humano e da sua experiência de vida e maturidade adquirida até os 60 anos, seus anseios e luta profissional para fazer-se entender com suas idéias, em tom de diálogo íntimo e aberto com o leitor.
A conseqüência de todo esse aprendizado na minha vida
Neste tópico o autor conclui, depois do balanço de aprendizados comentados no início do livro, com muito humor, todas as mudanças que ocorreram consigo, na forma de pensar e de encarar a vida agora que completava 60 anos.
Estou aprendendo a envelhecer sem envelhecer
O leitor recebe a fórmula de viver a vida do autor depois dos sessenta, ou seja, encarando tudo ao seu redor como diversão e entretenimento, curtindo cada momento, não se deixando contaminar com preocupações exageradas e, principalmente, amando muito as pessoas que cruzam seu destino.
Amar e doar me ajudou a rejuvenescer
Neste tópico, sempre em tom de conversa com o leitor, cita que muitas vezes foi criticado por se doar muito às pessoas. Que sempre ouviu comentários que o mundo é mau e cheio de gente ruim, que não merece nossa energia e dedicação e que em algumas vezes, chegou a concordar com isso, mas em seu íntimo algo lhe dizia que desde que passou dos cinqüenta anos ele começou a amar mais as pessoas e a devolver um pouco dos privilégios e atenções que recebeu na vida.
Cheio de exemplos, o tópico termina com a citação de cinco regras para o leitor ser feliz.
Descobri que o segredo é ficar livre do passado
O autor cita que somente livre do peso do passado, pode aproveitar o valioso resultado de uma renovação. Menciona com humor e com certa dramaticidade que quando criou sua própria empresa, há apenas dois anos, certamente estava em busca de uma renovação da sua vida profissional e pessoal. O passado serviu de base para fortalecer o seu conhecimento, assim como as experiências, o jogo de cintura que se adquire com o passar do tempo. O resto era mera capacidade de atualizar, de repensar atitudes, de encontrar soluções. Às vezes até soluções personalizadas.
Comenta de forma incisiva sobre a importância da renovação, não importando a idade da pessoa. Descreve que nossa vida não é eterna, que eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica e nenhuma força jamais o resgata.
É muito bom me sentir jovem
Neste tópico, com sutileza, é mencionada a importância de um médico especializado em geriatria para que uma pessoa interrompa seu processo físico e mental de envelhecimento. Há também muito sarcasmo dos vários regimes e fórmulas inventados pelo povo, para aquilo que faz bem e faz mal à saúde. Enfim, o leitor passa a ser fortemente influenciado a se recusar em aceitar o processo de envelhecimento e aprende que a vida não é uma corrida e que quando ele corre muito para chegar a algum lugar, ele perde metade da satisfação de chegar lá.
Concluindo, que só envelhecemos quando achamos que estamos velhos e quando aceitamos atitudes retrógradas de envelhecimento ditadas pelos outros, comentando que qualquer pessoa que tenha planejado manter-se jovem certamente não sentirá os anos e que assim o tempo passará lentamente como um devaneio mágico e prazeroso.
Minha busca constante da felicidade
O diálogo vai ficando cada vez mais franco e intimista. O autor fala de metas constantes na busca da felicidade após os sessenta anos. Fala de buscarmos as coisas boas que nunca tivemos, de costumes que não valorizamos devidamente como ainda namorar, ou curtir fotos antigas com amigos, ou inventar um drinque diferente, ou cozinhar, ou até escrever um livro. Entra no tema ?sexo? com delicadeza e alegria, criticando a form
Uma rápida viagem pelo meu tempo antes dos sessenta
O autor conta fatos de sua infância e sua educação, como baby boomer, entrando em sua adolescência influenciada por Woodstock, Beatles e o início da repressão aos jovens com a revolução de 1962. Fala, em todos os momentos, do comportamento humano e da sua experiência de vida e maturidade adquirida até os 60 anos, seus anseios e luta profissional para fazer-se entender com suas idéias, em tom de diálogo íntimo e aberto com o leitor.
A conseqüência de todo esse aprendizado na minha vida
Neste tópico o autor conclui, depois do balanço de aprendizados comentados no início do livro, com muito humor, todas as mudanças que ocorreram consigo, na forma de pensar e de encarar a vida agora que completava 60 anos.
Estou aprendendo a envelhecer sem envelhecer
O leitor recebe a fórmula de viver a vida do autor depois dos sessenta, ou seja, encarando tudo ao seu redor como diversão e entretenimento, curtindo cada momento, não se deixando contaminar com preocupações exageradas e, principalmente, amando muito as pessoas que cruzam seu destino.
Amar e doar me ajudou a rejuvenescer
Neste tópico, sempre em tom de conversa com o leitor, cita que muitas vezes foi criticado por se doar muito às pessoas. Que sempre ouviu comentários que o mundo é mau e cheio de gente ruim, que não merece nossa energia e dedicação e que em algumas vezes, chegou a concordar com isso, mas em seu íntimo algo lhe dizia que desde que passou dos cinqüenta anos ele começou a amar mais as pessoas e a devolver um pouco dos privilégios e atenções que recebeu na vida.
Cheio de exemplos, o tópico termina com a citação de cinco regras para o leitor ser feliz.
Descobri que o segredo é ficar livre do passado
O autor cita que somente livre do peso do passado, pode aproveitar o valioso resultado de uma renovação. Menciona com humor e com certa dramaticidade que quando criou sua própria empresa, há apenas dois anos, certamente estava em busca de uma renovação da sua vida profissional e pessoal. O passado serviu de base para fortalecer o seu conhecimento, assim como as experiências, o jogo de cintura que se adquire com o passar do tempo. O resto era mera capacidade de atualizar, de repensar atitudes, de encontrar soluções. Às vezes até soluções personalizadas.
Comenta de forma incisiva sobre a importância da renovação, não importando a idade da pessoa. Descreve que nossa vida não é eterna, que eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica e nenhuma força jamais o resgata.
É muito bom me sentir jovem
Neste tópico, com sutileza, é mencionada a importância de um médico especializado em geriatria para que uma pessoa interrompa seu processo físico e mental de envelhecimento. Há também muito sarcasmo dos vários regimes e fórmulas inventados pelo povo, para aquilo que faz bem e faz mal à saúde. Enfim, o leitor passa a ser fortemente influenciado a se recusar em aceitar o processo de envelhecimento e aprende que a vida não é uma corrida e que quando ele corre muito para chegar a algum lugar, ele perde metade da satisfação de chegar lá.
Concluindo, que só envelhecemos quando achamos que estamos velhos e quando aceitamos atitudes retrógradas de envelhecimento ditadas pelos outros, comentando que qualquer pessoa que tenha planejado manter-se jovem certamente não sentirá os anos e que assim o tempo passará lentamente como um devaneio mágico e prazeroso.
Minha busca constante da felicidade
O diálogo vai ficando cada vez mais franco e intimista. O autor fala de metas constantes na busca da felicidade após os sessenta anos. Fala de buscarmos as coisas boas que nunca tivemos, de costumes que não valorizamos devidamente como ainda namorar, ou curtir fotos antigas com amigos, ou inventar um drinque diferente, ou cozinhar, ou até escrever um livro. Entra no tema ?sexo? com delicadeza e alegria, criticando a form