Gideão que amava Lindaflor e que ainda amava Adalberto e que já não amava ninguém. Bonifácio Trindade, que nunca soube nada sobre o amor. Entre eles o destino comum a cruzar suas vidas e o persistente medo. Aquele que apavora, o que se torna crônico, seja da morte ou da vida, o das pessoas, o do escuro do infantil. O medo que aniquila e que nos impede na realização e do próprio viver. O medo que se transforma em mais medo até a metamorfose final em FOBIA.
Versões de quase uma mesma história entre um tímido, uma prostituta e um agiota que se torna cafetão por acidente.
FOBIA – versão do autor
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