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    Freakonomics: O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta

    Por Stephen Dubner e Steven Levitt
    Existem 13 citações disponíveis para Freakonomics: O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta Baixar eBook Link atualizado em 2017
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    Citações de Freakonomics: O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta

    Os incentivos existem em três tipos de sabores básicos: econômico, social e moral. É muito comum que um único esquema de incentivos inclua as três variedades.

    Para cada pessoa inteligente que se dê ao trabalho de bolar um esquema de incentivo, existe um exército de outras, inteligentes ou não, que inevitavelmente gastarão mais tempo ainda
    tentando fraudá-lo. Trapacear pode ou não ser uma característica da natureza humana, mas sem dúvida tem participação crucial em praticamente todas as empreitadas do homem. A trapaça é, primordialmente, um ato econômico: obter mais gastando menos.

    Incentivos não passam de meios para estimular as pessoas a fazer mais coisas boas e menos coisas ruins.

    quando há muita gente disposta e apta a desempenhar uma função, raramente esse trabalho paga bem. Tal fator é um dos quatro que determinam um salário. Os outros são a especialização que um emprego requer, a insalubridade que o caracteriza e a demanda pelos serviços que ele provê.

    Saber o que medir e como medir faz o mundo parecer muito menos complicado. Quando se aprende a examinar os dados de forma correta, é possível explicar enigmas que do contrário pareceriam insolúveis, pois nada como o poder dos números para remover camadas e camadas de desconhecimento e contradições.

    A possibilidade de acabar preso – e com isso perder o emprego, a casa e a liberdade, punições essas de caráter econômico – decerto é um incentivo de peso. Mas, quando se trata de criminalidade, as pessoas também reagem a incentivos morais (não querem cometer um ato que consideram errado) e a incentivos sociais (não querem ser vistas pelos outros como alguém que age errado).

    Os incentivos existem em três tipos de sabores básicos: econômico, social e moral.

    Consideremos a seguinte história, contada por John Donohue, um professor de direito que lecionava na Universidade de Stanford em 2001: “Eu estava comprando uma casa no campus”, recorda-se ele, “e o corretor do vendedor não parava de insistir em como era bom o negócio que eu ia fechar, já que o mercado estava prestes a disparar. Nem bem assinei a escritura, ele me perguntou se eu não precisava de um corretor para vender minha antiga casa na cidade. Respondi que provavelmente iria tentar vendê-la sozinho, ouvindo dele: `John, isso talvez desse certo em circunstâncias normais, mas, com a queda atual do mercado, você vai realmente precisar de um corretor.”‘Em cinco minutos, um mercado ascendente havia desabado. Essas são as pérolas que brotam da cabeça de um corretor em busca de um novo negócio.

    A informação é um facho de luz, uma vara, um galho, um freio, dependendo de quem a controla e da maneira como o faz. A informação possui tamanho poder que a suposição de tê-la, ainda que inverídica, já cria a impressão de competência.

    Entre 1980 e 2000, o número de acusados por crimes relacionados com drogas condenados a prisão aumentou 15 vezes. Muitas outras penas, sobretudo paracrimes violentos, tomaram-se mais longas. Tudo isso gerou um efeito dramático. Em 2000, já havia mais de dois milhões de presos nas cadeias, aproximadamente quatro vezes mais do que em 1972, e metade desse crescimento teve lugar na década de 1990.São muito fortes os indícios que vinculam o endurecimento da punição com os índices mais baixos de criminalidade. Penas duras se revelaram ao mesmo tempo inibidoras (para o criminoso potencial em liberdade) e profiláticas (para o criminoso potencial já preso). Por mais lógico que isso pareça, alguns criminologistas foram de encontro à lógica. Um estudo acadêmico de 1977 chamado “On Behalf of a Moratorium on Prison Construction” observou que os índices de criminalidade costumam ser altos quando os índices de prisão são altos, concluindo que o crime só diminuiria com a redução dos índices de encarceramento. (Felizmente, os agentes penitenciários não correram para libertar os presos para depois sentar e esperar tranquilamente a queda da criminalidade. Como comentou mais tarde o cientista político John J. Dilulio Jr.: “Aparentemente é preciso ter PhD em criminologia para duvidar de que manter criminosos na cadeia reduz a criminalidade.”)

    Os jornalistas precisam tanto dos especialistas quanto os especialistas precisam dos jornalistas. Todo dia há jornais impressos e telejornais exigindo notícias, e um especialista capaz de produzir uma informação de impacto é sempre bem-vindo. Trabalhando em conjunto, os jornalistas e os especialistas são os arquitetos da sabedoria convencional.

    Poderíamos dizer que o moralismo representa a forma como as pessoas gostariam que o mundo funcionasse, enquanto a economia representa a forma como ele realmente funciona.

    Com efeito, muita gente considera o aborto em si um crime violento. Um jurista afirmou que a legalização do aborto foi pior que a escravidão (já que implica morte) ou que o Holocausto (já que o número de abortos pós-Roe nos Estados Unidos – aproximadamente 37 milhões até 2004-superou o dos seis milhões de judeus mortos na Europa).

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