Do mesmo autor de Lepidopterophobia (Multifoco, 2013), O Romance do Horto (Annablume Literária, 2013) e Epitáphia (2015), Frenocômio traz para o leitor uma experiência poética sombria mas, ainda assim, intensamente lírica e apaixonante. Esse contraste está na conturbada relação que existe entre o poeta e suas musas, pautada por desentendimentos, perdões, ódios, amores, ciúmes, indiferenças e profundas (in)compreensões. Desse mosaico de inspirações, António Corvo escreve sua obra entre o irônico e o melancólico, entre o que é real e o que é onírico, transgredindo os limites das luzes e das sombras.
Frenocômio é uma coletânea de poemas muitas vezes perturbadores e incômodos, deixando ao leitor a difícil, porém recompensadora tarefa de construir os sentidos propostos pelo autor, escritos numa atmosfera fantástica em que achar-se é perder-se.
Neste novo livro, Corvo convida o leitor a conhecer a insanidade de amar, derramando o próprio sangue em penumbras onde amantes se (des)encontram, onde musas (des)amam e tudo é agonia lírica.
Frenocômio é o abraço da camisa de força no silêncio da solitária acolchoada ? o coração do autor.
Frenocômio é uma coletânea de poemas muitas vezes perturbadores e incômodos, deixando ao leitor a difícil, porém recompensadora tarefa de construir os sentidos propostos pelo autor, escritos numa atmosfera fantástica em que achar-se é perder-se.
Neste novo livro, Corvo convida o leitor a conhecer a insanidade de amar, derramando o próprio sangue em penumbras onde amantes se (des)encontram, onde musas (des)amam e tudo é agonia lírica.
Frenocômio é o abraço da camisa de força no silêncio da solitária acolchoada ? o coração do autor.