?Em fins do século passado, o jovem Gilbar, filho adotivo, foi levado de sua vida como trabalhador rural para a construção civil em cidade litorânea, deixando a namorada e vizinha, órfã de pai, carregando seu saco de roupas e um pacto de amor. Porém, ela foi estuprada e termina num convento, rompendo o relacionamento com o amado ? sem que o mesmo soubesse do ocorrido; No entanto, jamais se esqueceram. Ele entrou numa faculdade e ia bem, cheio de aventuras, até que foi preso e condenado por um assassinato que não cometeu. Na cadeia, mata dois prisioneiros, ?adquire? um travesti, continua a estudar voluntariamente e faz mil peripécias, conquistando a confiança de alguns chefes de quadrilha e do próprio diretor do presídio. Seu advogado, contratado por uma empresa que Gilbar salvara da falência, não conseguia sua
liberdade?.
Anos depois, o estuprador acaba no mesmo presídio e é assassinado por detentos, ao descobrirem, de modo curioso, o motivo de sua condenação, ocasião em que Gilbar toma conhecimento do que fizera à sua amada. Gilbar prova sua inocência com a ajuda do Governador do Estado que lhe devia favores, e vai atrás de sua amada, que terminava o noviciado e fazia o voto
perpétuo de freira.
Durante todo o desenrolar o protagonista é acompanho por uma força forasteira, simbolizado como uma espécie de ?lesma? misteriosa?.
O resto da história... Bem, o resto, é preciso ler o livro, que comporta comédia, religiosidade, mortes, sexo, política, corrupção e um pano de fundo de gerar polêmica. O texto é bem liso e desembaraçado, sem farpas ou tropeços que impeçam a leitura de fluir gostosa. Em alguns capítulos o assunto em pauta foi esgotado; em outros, ficou um quero mais, que leva o leitor a prosseguir. Em outros, ainda, a licença poética permite viajar gostosamente pela fantasia, como se ela fosse realidade.
liberdade?.
Anos depois, o estuprador acaba no mesmo presídio e é assassinado por detentos, ao descobrirem, de modo curioso, o motivo de sua condenação, ocasião em que Gilbar toma conhecimento do que fizera à sua amada. Gilbar prova sua inocência com a ajuda do Governador do Estado que lhe devia favores, e vai atrás de sua amada, que terminava o noviciado e fazia o voto
perpétuo de freira.
Durante todo o desenrolar o protagonista é acompanho por uma força forasteira, simbolizado como uma espécie de ?lesma? misteriosa?.
O resto da história... Bem, o resto, é preciso ler o livro, que comporta comédia, religiosidade, mortes, sexo, política, corrupção e um pano de fundo de gerar polêmica. O texto é bem liso e desembaraçado, sem farpas ou tropeços que impeçam a leitura de fluir gostosa. Em alguns capítulos o assunto em pauta foi esgotado; em outros, ficou um quero mais, que leva o leitor a prosseguir. Em outros, ainda, a licença poética permite viajar gostosamente pela fantasia, como se ela fosse realidade.