Quando pedi ao Jorge Amado para fazer a apresentação da minha exposição de desenhos, ele, humildemente, disse que escreveria com muito prazer. Enquanto ponderávamos sobre o assunto, em boa prosa numa tarde em Itapuã, ele pensou na possibilidade de convidar o seu vizinho de casa (belas mansões), o pintor Carlos Bastos, já que se tratava de pintura e desenho. Não era assunto de literatura. Achei a ideia excelente e fomos bater na casa do vizinho. De “bate pronto” o “mago do pincel”, com a expressão facial que lhe era peculiar- “bruxo”, Carlos Bastos aceitou o nosso convite.
"Hier encore…"
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