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    História da Grécia

    Por José Fernandes Costa
    Existem 5 citações disponíveis para História da Grécia

    Sobre

    A História da Grécia tradicionalmente compreende o estudo dos gregos, as áreas por eles governadas e o território da atual Grécia.

    O âmbito da habitação e governo do povo grego sofreu várias mudanças através dos anos e, como consequência, a história da Grécia reflete essa elasticidade. Cada era, cada período, tem suas próprias esferas de interesse.

    Os primeiros gregos chegaram à Europa pouco antes de 1 500 a.C., e durante seu apogeu, a civilização grega governara tudo o que se incluía entre a Grécia, o Egito e o Indocuche. Os gregos estabeleceram tradições de justiça e liberdade individual, que viriam a se estabelecer como as bases da democracia contemporânea. A sua arte, filosofia e ciência tornaram-se fundamentos do pensamento e da cultura ocidentais. Os gregos da antiguidade chamavam a si próprios de helenos (todos que falavam grego, mesmo que não vivessem na Grécia), e davam o nome de Hélade à sua terra. Os que não falavam grego eram chamados de bárbaros. Durante a antiguidade, nunca chegaram a formar um governo nacional, ainda que estivessem unidos pela mesma cultura, religião e língua.

    Do passado remoto grego até o mundo atual, grande parte das minoridades gregas permaneceram em seus territórios gregos anteriores (Turquia, Itália, Líbia, Levante), e os emigrantes gregos assimilaram-se a diferentes sociedades por todo o globo (América do Norte, Austrália, norte da Europa, África do Sul e outros). Atualmente, contudo, a maioria dos gregos vive nos Estados da Grécia contemporânea (independente desde 1821) e do Chipre (independente desde 1960).
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    Citações de História da Grécia

    Isagoras, chefe da facção aristocratica, pediu soccorro aos Espartanos, a exemplo do que haviam feito os Alcmeonidas, a cuja frente estava agora Clisthenes, e elles mandaram-lhe o rei Cleomenes á frente de um exercito. Clisthenes foi proscripto com mais septecentas familias athenienses, e Isagoras submetteu a cidade a um conselho oligarchico de trezentos Eupatridas. O povo sublevou-se, tomou a cidadella, expulsou os Espartanos e Isagoras, abriu as portas da patria aos banidos, e confirmou as leis de Solon com as reformas de Clisthenes. D’esta fórma a democracia triumphou, porque o povo attingira um elevado grau de cultura politica e tinha a consciencia e o sentimento da sua força, e da sua liberdade. Com a victoria do novo systema de governo começou o periodo da grandeza e supremacia de Athenas.

    Mardonio, por uma habil medida politica, assegurou a sua retaguarda e as suas bases de operações, acabando de pacificar a Jonia por meio de uma concessão singular: depoz em todas as cidades os tyrannos, e restabeleceu o regimen democratico, ou pelo menos o governo das cidades pelos seus proprios cidadãos. Nada lhe valeu,

    abandona a expedição, depois de ter libertado, nas costas da Mysia, Hesione, a quem um monstro marinho ia devorar. Jasão inspira uma paixão exaltada a Medéa, filha do rei da Colchida e conhecedora de todos os segredos da magia; subjuga dois toiros com pés e armas de bronze, e que vomitavam chammas, junge-os a uma charrua de

    O rei lacedemonio commandava septe mil homens, entre os quaes se distinguiam trezentos Espartanos. Foi com estes que Leonidas se postou no desfiladeiro, prompto a fazer frente a toda a inundação asiatica. Intimado a intregar as armas, Leonidas respondeu:—«Vem buscál-as!» Quando o inimigo appareceu á vista, disse um grego:—«Os Persas estão ao pé de nós», a que Leonidas replicou:—«Porque não dirás antes que nós estamos ao pé dos Persas?» Os soldados valiam tanto como o chefe. Disse um d’elles, atemorizado, que os inimigos eram em tão grande numero, que as suas flechas escureceriam o sol.—«Tanto melhor, respondeu outro, combateremos á sombra». Leonidas desejava salvar dois mancebos espartanos; deu a um d’elles uma carta, a outro uma commissão para os éphoros.—«Não estamos aqui para levar recados; estamos para combater». Durante muitos dias procurou o Rei dos Persas forçar a passagem; e já quasi desesperava de conseguil-o, quando um traidor grego lhe ensinou um atalho por meio do qual se podia tornear a inexpugnavel posição. No dia seguinte, os Gregos de Leonidas vêem-se cercados pelo inimigo. Os trezentos Espartanos, e septecentos habitantes da cidade de Thespia, resolveram sacrificar-se pela patria. Alli succumbiram todos, combatendo como leões.

    Epimetheu, marido de Pandora, de cuja boceta sahiram todas as miserias da Terra ficando-lhe só a esperança no fundo);

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