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    História do Brasil para Ocupados

    Por Luciano Figueiredo
    Existem 15 citações disponíveis para História do Brasil para Ocupados

    Sobre

    Quem conta essa história são 66 dos mais renomados historiadores do país: mais de 500 anos de caminhos e descaminhos; episódios marcantes; personagens fascinantes. Eis o Brasil.
    História do Brasil para ocupados (ou seja, para os que vivem o tempo atual, veloz) apresenta a história do país de uma forma inovadora ? leve em sua forma e certeira em seu conteúdo ? reunindo mais de 70 textos, divididos em seis capítulos temáticos: Pátria, Fé, Poder, Povo, Guerra e Construtores.
    De Pedro Álvares Cabral a Chico Mendes, da Guerra do Paraguai ao Golpe de 1964, de Maurício de Nassau a JK, passando ainda por mulheres como Chica da Silva, Anastácia, Maria Quitéria, Leopoldina e Princesa Isabel e líderes como Tiradentes, D. Pedro II e Getulio Vargas, o
    livro resgata os grandes acontecimentos e personagens da
    História do Brasil, formando um verdadeiro caleidoscópio, que não deixa de fora aspectos fundamentais de nossa formação social e cultural, como a escravidão, os encontros entre crenças, a sexualidade, a música, a língua. Tudo isso em uma leitura prazerosa, livre de academicismos, e apostando em fatos curiosos, detalhes pitorescos e outras revelações de profundas pesquisas.
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    Definido como

    Citações de História do Brasil para Ocupados

    “emergência da memória como uma das preocupações culturais e políticas centrais das sociedades ocidentais”.

    Fica claro, por esses documentos, que o descobrimento do Brasil representava para Portugal e todo o Velho Mundo um fato absolutamente novo.

    Concretamente, o ciclo mais longo da economia brasileira é o ciclo negreiro, que vai de 1550 a 1850. Todos os outros – do açúcar, do tabaco, do ouro e do café – são, na realidade, subciclos dependentes do ciclo negreiro. Neste sentido, pode-se dizer que a construção do Brasil se fez à custa da destruição de Angola.

    Eis, então, como a narrativa de Hans Staden, falsa ou verdadeira, não importa, contém os princípios do colonialismo e do imperialismo que ainda persistem na atualidade.

    Em um século, o Brasil enviou a Portugal – imagine! – cerca de 800 toneladas de ouro.

    Nenhum documento permite afirmar que Pedro Álvares Cabral partira de Lisboa com o propósito de descobrir novas terras.

    A semente do sertanismo estava inscrita nestas alianças em dois sentidos importantes. Primeiro, as lideranças indígenas buscavam aliados portugueses para aumentar seu prestígio e seu poder de fogo em guerras

    Hoje podemos constatar que tanto Chico quanto Sérgio Buarque de Holanda preferiram estar mais próximos dos clássicos, sem perder a modernidade, jamais…

    Em segundo lugar, as uniões entre portugueses e índias produziram filhos mestiços, os chamados mamelucos. Muitos destes se valeram de suas raízes nativas e de suas habilidades linguísticas para se tornarem sertanistas especializados, alimentando a crescente demanda de seus parentes brancos por escravos.

    “Guerra. Deriva-se do alemão Guerre, que quer dizer Discórdia, inimizade. É uma execução de vontades discordes, entre Príncipes, Estados ou Repúblicas, que não admitindo razões, só com armas se decide.” (Raphael Bluteau, Vocabulario Portuguez & Latino).

    Em março de 1968, em meio a toda essa efervescência política, um acontecimento grave radicalizou ainda mais as relações entre o governo e seus opositores. Um grupo de jovens se reuniu para protestar contra a má qualidade da comida servida no restaurante do Calabouço, no Rio de Janeiro, frequentado principalmente por estudantes pobres, quando apareceu a polícia reprimindo a manifestação a tiros de metralhadora. O secundarista Edson Luís, atingido por uma bala, teve morte instantânea. O trágico episódio deflagrou manifestações de rua que iriam adquirir dimensões espetaculares. O enterro do estudante se transformou num veemente ato político, com uma multidão acompanhando o féretro do Palácio Pedro Ernesto, onde o jovem foi velado, até o Cemitério São João Batista. “Ao baixar o caixão, mais de cinquenta mil pessoas ouviram o juramento prestado por milhares de jovens: neste luto a luta começou”, escreveu o repórter do Correio da Manhã, que fazia oposição ao governo. Sete dias depois, realizou-se uma missa em sua memória, na igreja da Candelária, em memória do estudante. À saída do culto, que reuniu cerca de 30 mil pessoas, os presentes se surpreenderam com as investidas de 140 cavalarianos da Polícia Militar armados de espadas e bombas de gás lacrimogêneo. Por pouco não aconteceu um grande massacre, só evitado pela pronta intervenção dos padres que celebraram a missa. Os clérigos deixaram a igreja acompanhando os estudantes e os populares, na tentativa de protegê-los contra o ímpeto da polícia.

    Ao negar vistos aos judeus interessados em emigrar para o Brasil, o governo Vargas deixou de salvar milhares de vidas. Assim

    meio de ações preventivas e punitivas, o governo Vargas sustentou uma política imigratória antissemita com o objetivo de garantir uma imigração saudável e civilizada. O

    E uma autoridade portuguesa admitia que o quarto de século de ocupação neerlandesa havia construído mais obras públicas do que os 170 anos de colonização portuguesa que se haviam seguido.

    A arte da subtração Escrito no século XVII, livro revela com ironia como no Brasil Colônia os grandes desvios podiam ser vistos como “arte” ou “ciência” e faziam parte da cultura. RONALDO VAINFAS

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