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    Histórias do Mercado de Capitais no Brasil

    Por Simone Azevedo
    Existem 7 citações disponíveis para Histórias do Mercado de Capitais no Brasil

    Sobre

    Dos primórdios da Bolsa de Valores à evolução do mercado e aos episódios que marcaram fortemente a presença do país no cenário internacional, Simone Azevedo e Marta Costa apresentam com riqueza de detalhes a história do mercado de capitais do Brasil; Por meio de entrevistas, relatos e depoimentos inéditos realizados com personalidades que marcaram a trajetória da Bolsa de Valores no país, os leitores poderão ter acesso a depoimentos históricos e a memórias de personagens como Delfim Netto até os antigos presidentes da Bolsa que revelam como foi possível vencer os obstáculos para que a bolsa chegasse ao que é hoje; As entrevistas são marcadas por muito humor e emoção e com muita clareza fornecem um pouco da história do nosso país;
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    Citações de Histórias do Mercado de Capitais no Brasil

    Mauá foi, de fato, o grande banqueiro de investimentos do país, durante o século XIX, e soube usar o mercado de capitais como alavanca para quase todos os empreendimentos que capitaneou.

    A subscrição só se encerrou em 1817, tendo sido o primeiro e mais longo lançamento de ações no país.

    Os primeiros papéis governamentais surgiram em 1828, quando do reconhecimento da dívida pública do então nascente

    Tratava-se da primeira emissão de ações, num total de 1.200 títulos, do Banco do Brasil,

    Esta é, sem dúvida, a razão do raquitismo do mercado de capitais brasileiro na primeira metade do século XX. Mercados não vicejam em ambientes impregnados de reservas funcionais, tabelionatos ou nomeações de caráter público.

    Com mudanças tópicas, a regulação de 1895 esteve em vigor até a chamada Lei de Mercado de Capitais, de 1965. Portanto, com o breve interregno do Encilhamento, a Lei dos Entraves de 1860, que criou o monopólio dos corretores oficiais na negociação de títulos públicos, foi efetiva por mais de cem anos.

    Um mês após a demissão de Ruy Barbosa da pasta da Fazenda, o novo ministro, Alencar Araripe, com a empáfia dos burocratas que se julgam oniscientes, decretou em fevereiro de 1891 a criação de um imposto de 3% sobre as operações futuras.

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