No início, era apenas o VAzio. Infinito e desforme, ele era imponente e abissal. Não havia outra coisa além dele. Até que um dia, veio o milagre, E dele, surgiu a luz. Famimnta e incandescente, ela começara um percuso que definiria o início de tudo, apartir dali. Ameaçado, o Vazio se via sendo devorado. Tomado pelo desespero, ele se refugiou, atirando-se no abismo, caindo em direção ao lodo, de onde viria a construção de seu novo lar. O universo escuro.
Paralelo a isso, o universo incadescente crescia, tomando o lugar do Vazio, com ele viriam os quatro deuses incandescentes, e os quatro elementos fundamentais, e os quatro deuses correspondentes: A deusa da névoa, a deusa da luz, a deusa da água de prata e o deus da tempestade. Os dois universos atingiam sua maturidade e a solidez da qual necessitavam para se considerarem o que eram, até vir a guerra, que abriria uma fenda para o nosso universo, aonde os deuses se perderiam e se reencontrariam em meio a várias reviravoltas, até encontrarem sem destino único, e o retorno pra seus universos, nun desfecho único como nenhum outro.
Paralelo a isso, o universo incadescente crescia, tomando o lugar do Vazio, com ele viriam os quatro deuses incandescentes, e os quatro elementos fundamentais, e os quatro deuses correspondentes: A deusa da névoa, a deusa da luz, a deusa da água de prata e o deus da tempestade. Os dois universos atingiam sua maturidade e a solidez da qual necessitavam para se considerarem o que eram, até vir a guerra, que abriria uma fenda para o nosso universo, aonde os deuses se perderiam e se reencontrariam em meio a várias reviravoltas, até encontrarem sem destino único, e o retorno pra seus universos, nun desfecho único como nenhum outro.