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    Mandrake: A Bíblia e a bengala

    Por Rubem Fonseca
    Existem 6 citações disponíveis para Mandrake: A Bíblia e a bengala

    Sobre

    Velho conhecido dos leitores de Rubem Fonseca, o advogado criminalista com alma de detetive Mandrake ressurge em uma trama que congrega suas mais célebres obsessões: charutos, vinhos tintos portugueses, livros, mulheres e enigmas. Em dois casos conectados, da Bíblia à bengala, ele se vê às voltas com um incunábulo de Gutenberg, um anão apaixonado, uma condessa italiana, uma extensa lista de ex-amantes e cadáveres que insistem em cruzar o seu caminho.

    Ao aceitar o desafio de procurar o namorado desaparecido de uma linda bibliófila, Mandrake realiza uma incursão pelo estranho mundo dos colecionadores de livros raros e, ao mesmo tempo, descobre que uma Bíblia de Mogúncia, de valor inestimável, foi furtada dos cofres da Biblioteca Nacional. Depois, o marido de um antigo affair é encontrado morto ? e o fato de a arma do crime ser a bengala preferida de Mandrake só colabora para colocá-lo no topo da lista de suspeitos.

    Em Mandrake ? A Bíblia e a bengala, publicado pela primeira vez em 2005, o autor homenageia a literatura policial por meio da subversão, controlando minuciosamente a tensão e o ritmo da narrativa para criar uma obra envolvente e cercada de mistérios.

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    Citações de Mandrake: A Bíblia e a bengala

    espírito do Zorba, temos que comer todas as mulheres que querem dar para a gente, pelo menos uma vez, uma espécie de dever moral.

    A visão de uma mulher bonita é sempre uma espécie de epifania, o aparecimento de uma divindade, e o sentimento que nos domina, não fosse ele presidido por Eros, seria parecido com aquele que a música desperta em nós.

    Para falar a verdade, a maioria das pessoas que eu conhecia eram tristes, mesmo aquelas que estavam bem de vida.

    a verdade é mais estranha que a ficção porque não é obrigada a obedecer ao possível.

    Vi todos os livros. O que eu achei mais bonito foi o Livro de horas, com seu formato de bolso, as belas iluminuras de cores vivas e seus desenhos religiosos deslumbrantes. Esse tipo de livro, informei-me depois, começou a ser produzido na Idade Média, de maneira a tornar acessíveis certos elementos dos breviários utilizados pelos padres, sempre com um calendário elaborado exclusivamente em função das festas religiosas, seguido de inúmeras preces, compostas em sua maioria de salmos. Formatos e quantidade de ilustrações variam, mas o que eu tinha na mão possuía ilustrações em todas as páginas. Os livros eram um símbolo de riqueza, muitos tinham valor maior que o das grandes propriedades dos nobres.

    nada é tão intolerável para um homem quanto um estado de completo descanso, sem paixões; então ele sente solidão, desamparo, vazio.

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