Interrogo-me: será novo? Será mesmo velho?
Não, não é novo. É velho, mesmo velho.
Mas não é velho em anos, nem em rugas.
É “velho” na vida vivida, sentida...
Quando leio o que “ele” escreve,
Sinto nas sus palavras um eu que vive, mas mais do que isso,
Vejo nelas uma compreensão enorme, uma grande sabedoria.
Leio e gosto do que leio.
A sua escrita jovem e adulta é subtil, real e mais não digo,
Pois ela por si só diz tudo.
Resta-me continuar a ler o que Luís Roxo escreve.
Talvez assim também meu aprenda a “envelhecer” e a escrever tão bem.
E quem quiser juntar-se a mim, faça o favor!
Não, não é novo. É velho, mesmo velho.
Mas não é velho em anos, nem em rugas.
É “velho” na vida vivida, sentida...
Quando leio o que “ele” escreve,
Sinto nas sus palavras um eu que vive, mas mais do que isso,
Vejo nelas uma compreensão enorme, uma grande sabedoria.
Leio e gosto do que leio.
A sua escrita jovem e adulta é subtil, real e mais não digo,
Pois ela por si só diz tudo.
Resta-me continuar a ler o que Luís Roxo escreve.
Talvez assim também meu aprenda a “envelhecer” e a escrever tão bem.
E quem quiser juntar-se a mim, faça o favor!