Meus caros poemas baratos é uma ode ao fazer poético. A autora celebra o valor da poesia à despeito do lugar secundário que ocupa em relação a outras coisas que dão real sentido à vida com versos como este:
"Quanto custam as palavras do mundo?
Só sei que custam o meu ofício.
Um poema custa caro ao poeta."
Em tom suave e intenso, Nadia Virginia abre uma passagem para o universo do poema por fazer, para lembrar aos leitores e não-leitores de poesia que a arte não pode ser lançada na vala comum das coisas descartáveis do mundo contemporâneo e, surpreende:
Por favor,
Não bote preço,
Minha poesia não vale nada!"
"Quanto custam as palavras do mundo?
Só sei que custam o meu ofício.
Um poema custa caro ao poeta."
Em tom suave e intenso, Nadia Virginia abre uma passagem para o universo do poema por fazer, para lembrar aos leitores e não-leitores de poesia que a arte não pode ser lançada na vala comum das coisas descartáveis do mundo contemporâneo e, surpreende:
Por favor,
Não bote preço,
Minha poesia não vale nada!"