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    Não Faz Sentido

    Por Neto,Felipe
    Existem 6 citações disponíveis para Não Faz Sentido

    Sobre

    CRIADO POR FELIPE NETO em 2010 sem maiores pretensões, o 'Não Faz Sentido' tornou-se um fenômeno da internet brasileira e o primeiro canal de vídeos em língua portuguesa a ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos. Confundido muitas vezes com seu personagem reclamão, Felipe Neto expõe nesta obra sua outra face, sem óculos escuros, muito diferente da que se vê em seus vídeos mais famosos. Do garoto que se levantou da falência à exposição meteórica que o levou a depressão; dos bastidores envolvendo o vídeo contra a série Crepúsculo ao desentendimento com celebridades; acompanhamos, com muita sinceridade, uma história de sucesso por trás dos panos. Você conhece o Não Faz Sentido. Agora vai conhecer a história, através de uma linguagem bem- humorada e sem nunca se levar muito a sério, pela lente de quem está por trás da câmera. E comprovar que, apesar do nome, este livro nos apresenta a história de um projeto cujo sucesso possuiu não apenas toda lógica, como também todos os motivos para se comunicar com uma geração altamente conectada, disposta a revolucionar a maneira como lidaremos com a produção e o conteúdo do entretenimento mundial.
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    Citações de Não Faz Sentido

    não importa o quão famoso você seja, nunca recuse oportunidades sem ao menos dar uma olhada no potencial delas.

    O que eu mais vejo são pessoas com boas ideias na cabeça, mas ninguém faz nada. Preguiça ou medo. Ou os dois. As pessoas são muito medrosas, têm medo do julgamento, da taxação e por isso ficam paradas. Poucos arriscam.

    Disfarçar o sofrimento é muito mais fácil quando você sequer o admite.

    O importante é que uma ideia jamais deve ser adiada. Quando ela vem, você precisa executá-la,

    O que diferencia aqueles que conseguem daqueles que não conseguem é fundamentalmente a persistência.

    Em breve a internet engoliria as velhas mídias em termos de entretenimento, oferecendo um serviço on-demand, no qual o usuário assiste ao que quer, na hora que preferir, sem a necessidade de ficar gravando conteúdo. E um fator seria determinante para isso no Brasil: o fato de que os nossos veículos de entretenimento de massa eram (e são) estupidamente controlados pelo politicamente correto. Esse fenômeno é curioso de ser analisado, mas vamos lá. Vamos colocar dois países como comparação: Estados Unidos e Brasil. A TV americana se destaca pela presença de conteúdo inovador e politicamente incorreto: programas como Family Guy, The Simpsons, South Park, Saturday Night Live, seriados como Modern Family, Two and a Half Men, entre tantos outros. A TV americana é o exemplo de como o humor e a diversão devem ter passe livre para falar sobre o que quiser, da forma como quiser, sem sofrer ameaças do Ministério Público, pressão dos anunciantes ou gritos histéricos das mães dizendo que seus filhos não podem assistir àquilo. Já a TV brasileira é pautada pelo politicamente correto. Palavrões são proibidos. O humor é moldado da forma mais “dentro da caixinha” possível, com bordões que já saíram de moda nos anos 1980 e continuam se repetindo. Todo mundo está sempre preocupado em como a marca X vai se sentir anunciando em um programa pesado, ou como a marca Y vai se sentir em um programa que rompe barreiras. Ninguém quer romper barreiras, apenas adaptar o que funciona com a massa para, a cada ano, termos as mesmas coisas com outras entrelinhas. Agora analisemos o resultado disso. Nos Estados Unidos, pelo fato de o politicamente incorreto e a crítica estarem presentes no dia a dia do entretenimento do país, os maiores canais do YouTube são: Ray William Johnson (que faz um show de humor sacaneando vídeos virais da internet), Smosh (que faz vídeos mais infantis de forma bem escrachada sobre temas como video games e filmes), CollegeHumor (um grupo que produz sketches puramente de humor), Je

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