O conto ?O Auto da Comadre Cida?, escrito por Mauro Carreiro Nolasco, dialoga, claramente, com o universo literário brasileiro. Tomando como base ?O Auto da Compadecida? de Ariano Suassuna, o texto parte do jogo paronomástico e recria a ida da fofoqueira ao território dos mortos e, posteriormente, seu retorno, depois do julgamento. No ato, tradicionalmente, a Santa é a defensora e tem a promotoria do Diabo, em irritada tentativa de condenação. Na assistência, personagens clássicos de nossa prosa e de nossa poesia. A narrativa foi composta para o formato do Concurso Literário Brasil em Prosa, patrocínio Amazon, Jornal O Globo e Samsung.
O AUTO DA COMADRE CIDA: Diálogo com Ariano Suassuna
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