O que você faria se tivesse a oportunidade de furtar um bilhete de loteria no valor de R$ 68.000.000,00?
Ainda mais se você tivesse sido a pessoa a fazer esse jogo?
Delmira, de origem nordestina, mulher honesta e trabalhadeira, era cuidadora de um idoso de 75 anos de idade e, nos finais de semana, para engordar o orçamento familiar, sacrificado devido aos 6 filhos que tinha com Severino, trabalhador, mas alcoólatra contumaz, fazia faxina geral nos bairros próximos.
Nascida em berço miserável, nunca tivera a chance de juntar um dinheirinho para ter uma casa decente, roupas em profusão e lazer. Trabalhava desde os seis anos de idade.
No nordeste, capinava a lavoura, de onde chegou a bordo de um pau-de-arara. Aqui sempre trabalhara de doméstica, pois não conseguira estudar para melhorar seu nível escolar e nível de vida.
Apesar de todos esses dissabores, embora estivesse próximo dos 37 anos, ainda, quando bem arrumadinha, tinha seus atrativos. A vida não lhe tinha sorrido, todavia ela não era frustrada e revoltada contra o mundo.
Seu patrão era bom, calmo, educado e, de vez em quando, dava-lhe dinheiro para comprar frutos para os filhos, sendo motivo de alegria no seu simplório lar. O idoso, aposentado, tinha como passatempo as salas de bate-papo e acesso às redes sociais, utilizando-se de um notebook presenteado por sua filha. Mais para ter do que reclamar, do que propriamente para ganhar, ele jogava, a aposta mínima, em todos os concursos da Mega Sena. Seus acertos eram tão poucos que ele, após a conferência, ralhava, amassava o bilhete e atirava-o ao lixo.
Mas, um dia, com a página do notebook aberta com o resultado do jogo, saiu momentaneamente para atender ao telefonema de sua filha.
Delmira, que não costumava apostar, nesse dia, incentivada pelo prêmio acumulado de mais de R$ 68.000.000,00, decidiu que valia a pena arriscar um joguinho de seis dezenas, já que seu patrão, por intermédio dela, estava fazendo o mesmo. Dois bilhetes, duas apostas feitas pelo sistema...
Ao confrontar os bilhetes com o resultado, um deles premiado, seis dezenas "na cabeça", o outro nada - o dela!
O que fazer?
Trocar os bilhetes e deixar o premiado para o patrão?
Ela os trocou.
Aí começaram os acontecimentos inusitados nas vidas dessas três pessoas.
Ainda mais se você tivesse sido a pessoa a fazer esse jogo?
Delmira, de origem nordestina, mulher honesta e trabalhadeira, era cuidadora de um idoso de 75 anos de idade e, nos finais de semana, para engordar o orçamento familiar, sacrificado devido aos 6 filhos que tinha com Severino, trabalhador, mas alcoólatra contumaz, fazia faxina geral nos bairros próximos.
Nascida em berço miserável, nunca tivera a chance de juntar um dinheirinho para ter uma casa decente, roupas em profusão e lazer. Trabalhava desde os seis anos de idade.
No nordeste, capinava a lavoura, de onde chegou a bordo de um pau-de-arara. Aqui sempre trabalhara de doméstica, pois não conseguira estudar para melhorar seu nível escolar e nível de vida.
Apesar de todos esses dissabores, embora estivesse próximo dos 37 anos, ainda, quando bem arrumadinha, tinha seus atrativos. A vida não lhe tinha sorrido, todavia ela não era frustrada e revoltada contra o mundo.
Seu patrão era bom, calmo, educado e, de vez em quando, dava-lhe dinheiro para comprar frutos para os filhos, sendo motivo de alegria no seu simplório lar. O idoso, aposentado, tinha como passatempo as salas de bate-papo e acesso às redes sociais, utilizando-se de um notebook presenteado por sua filha. Mais para ter do que reclamar, do que propriamente para ganhar, ele jogava, a aposta mínima, em todos os concursos da Mega Sena. Seus acertos eram tão poucos que ele, após a conferência, ralhava, amassava o bilhete e atirava-o ao lixo.
Mas, um dia, com a página do notebook aberta com o resultado do jogo, saiu momentaneamente para atender ao telefonema de sua filha.
Delmira, que não costumava apostar, nesse dia, incentivada pelo prêmio acumulado de mais de R$ 68.000.000,00, decidiu que valia a pena arriscar um joguinho de seis dezenas, já que seu patrão, por intermédio dela, estava fazendo o mesmo. Dois bilhetes, duas apostas feitas pelo sistema...
Ao confrontar os bilhetes com o resultado, um deles premiado, seis dezenas "na cabeça", o outro nada - o dela!
O que fazer?
Trocar os bilhetes e deixar o premiado para o patrão?
Ela os trocou.
Aí começaram os acontecimentos inusitados nas vidas dessas três pessoas.