O colapso de tudo
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lei da complexidade necessária. Segundo essa “lei”, para poder regular/controlar totalmente um sistema, a complexidade de quem controla deve ser no mínimo do mesmo tamanho da complexidade do sistema controlado.
Um evento X — uma revolução política, a queda da internet ou o colapso de uma civilização — é a forma que a natureza humana tem de reduzir uma sobrecarga de complexidade que se tornou insustentável.
Chega um ponto em que o desnível entre a estagnação da complexidade do governo e o crescimento da complexidade da população se torna grande demais para ser sustentado.
Quando um novo problema aparece, o sistema não tem como se adaptar acrescentando complexidade e, portanto, entra em colapso na hora, por meio de um evento extremo que reduz rapidamente a sobrecarga.
Um evento extremo é o instrumento usado para reduzir a discrepância no nível de complexidade entre dois (ou mais) sistemas concorrentes ou mesmo associados.
POR QUE O NORMAL JÁ NÃO É MAIS TÃO “NORMAL
como caracterizamos o risco em situações nas quais a teoria da probabilidade e as estatísticas não podem ser empregadas?
“Neste lugar, precisamos correr o máximo possível para permanecer no mesmo lugar.”
não dá para se afastar da “droga” da modernidade sem sofrer os dolorosos e inaceitáveis sintomas da síndrome de abstinência.
os sistemas complexos são patologicamente sensíveis a
“As decisões políticas devem ser tomadas em deferência à economia e aos mercados, ou podemos usar nossas instituições políticas para nos proteger dos efeitos mais pesados que os mercados podem apresentar?”
No livro The Singularity Is Near, que se tornou uma espécie de bíblia dos profetas da singularidade, ele afirma: Fixei a data da singularidade — no sentido de uma transformação profunda e disruptiva da capacidade humana — em 2045. A inteligência não biológica criada nesse ano será um bilhão de vezes mais poderosa que toda a inteligência humana atual.
Quanto mais problemas, maior é a burocracia, até o ponto em que todos os recursos da organização são consumidos apenas para manter sua estrutura corrente.
Fixei a data da singularidade — no sentido de uma transformação profunda e disruptiva da capacidade humana — em 2045. A inteligência não biológica criada nesse ano será um bilhão de vezes mais poderosa que toda a inteligência humana atual.