O Consumidor de Baixa Renda
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Na propaganda de televisão, ser repetitivo, para o consumidor reter a mensagem parece ser o modelo mais adequado e utilizado,
“enquanto o bacana quer ter o que ninguém mais tem, o consumidor de baixa renda quer ter o que todo mundo tem”.
o consumidor de baixa renda apresentaria um comportamento de compra, levando em conta a mínima “margem de erro” que possui (não posso errar!), tendendo a um comportamento mais conservador, com a conseqüente fidelidade, tanto à marca quanto ao varejista.
Como cliente, valoriza muito as empresas com um posicionamento correto e ligadas a ações de benfeitorias, principalmente para a região onde mora. Ele está interessado em empresas que, assim como ele, tenham apreço por valores familiares, de honra e justiça.
“Bom vendedor para esse público é aquele que conquista a confiança e ajuda a fazer a conta para ver se dá para pagar no fim do mês”, afirma Michel Klein, diretor da Casas Bahia. Ou seja, ele precisa entender as dificuldades e necessidades do seu cliente, para o qual muitas vezes alguns poucos reais por mês podem significar a diferença entre comprar ou não um produto ou serviço.Ele conta que o slogan “quer pagar quanto”, adotado pela rede há alguns anos, não surgiu da cabeça de nenhum publicitário brilhante e sim de uma conversa entre um vendedor e seu cliente. “Eles estavam ali, há horas, com uma calculadora na mão, fazendo contas e mais contas quando o vendedor simplesmente perguntou: Quanto você quer pagar?”, lembra Klein.
O futebol permite uma sociabilidade que se caracteriza por uma relação de brincadeiras e gozações, ao mesmo tempo em que se observa uma relação de diferenças. É possível reunir em um ambiente como uma mesa de bar, torcedores de times rivais sem criar nenhum tipo de inimizade, ao mesmo tempo em que esses mesmos torcedores se segregam em arquibancadas e se observam com hostilidade quando presentes no estádio em que seu time joga.Esse envolvimento do brasileiro com o futebol transcende, muito, o próprio jogo. A folia começa mesmo na fila para a compra de ingressos, dias antes do jogo, prossegue na reunião de amigos antes doi ogo, nos ônibus lotados, onde os torcedores vão com suas bandeiras batucando na lataria e só acaba nas intermináveis discussões na segunda-feira, após a audiência dos diversos programas esportivos do domingo à noite; e, haja o que houver, a figura principal, que tudo justifica, é sempre a do pobre juiz.