Subitamente, a mão invisível do Destino tira Inocêncio do mundo paradisíaco em que vive e o conduz a uma cidade de pequeno porte, onde discriminações são feitas, o conflito e a violência surgem e ilusões são desfeitas.
Quem sou eu? O que faço aqui na Terra? Qual é minha tarefa? – Questiona ele.
A fim de aprender coisas que os livros não ensinam, aos 14 anos Inocêncio deixa para trás o que era e vai em busca daquilo que haverá de ser; corta os laços que o prendiam ao lugar, aos amigos e deixa a segurança da família rumo à cidade grande para aprender o que é real e o ilusório, sair do fútil e ir para o profundo.
“Nas primeiras etapas da saga do Inocêncio o autor retrata com mestria a grande verdade universal, ‘o essencial é simples’. O Iluminado, na figura do avô Pietro, apreendeu o conhecimento pela vivência perceptiva da vida; experenciou o Sagrado na contemplação dos homens e da natureza. Sua sabedoria, revelada no passo insuspeito, no olhar receptivo e na fala sóbria, porém francos, sustentará Inocêncio, em sua heroica missão de viver.” Gilda Telles – Instrutora de Meditação, Terapeuta e Jornalista
“Felizes os que leram Inocêncio e a criança divina, onde encontramos um banquete de conhecimentos fundamentais das leis cósmicas universais, que fazem brotar dentro de todos nós a ‘centelha’ divina que nos mantém unidos ao Criador. O resgate dessa ‘centelha’ é o privilégio que O despertar do Inocêncio nos oferece quando acompanhamos sua trajetória – cheia de descobertas, questionamentos e de lembranças deixadas pela sabedoria do avô – e permitimos que o sentimento nos invada na reflexão dos verdadeiros valores do ser humano.” Leda M Maddàzío – numeróloga cabalista
“O despertar do Inocêncio diz respeito à trajetória daqueles que buscam aprender com a vida, principalmente com a Natureza e sua harmonia; cada descoberta traz um novo elemento que é posto à prova. As experiências de vida fazem Inocêncio aprender e evoluir, abrindo assim caminho para a busca do crescimento espiritual e humano; como estamos sempre aprendendo, quem sabe o Inocêncio nos traga um pouco de luz e esperança.” Eduardo Puperi – músico-compositor
“Ao conhecer Inocêncio tive certeza de que há uma centelha divina que nos impulsiona a ir em busca daquilo que sonhamos. A constante harmonia entre Inocêncio e a natureza me leva a crer que somente através do equilíbrio o ser humano se completa e encontra a serenidade.
O autor nos mostra por meio de sua singela e delicada obra, O despertar do Inocêncio, que a partir do momento em que acreditamos que somos capazes, esse caminho é possível; porém, nada acontece antes de haver um sonho.” Maria Teresinha Nascimento – psicóloga
“A força e o poder da imaginação se tornam claros somente quando olhamos para o fundo do coração; aquele que olha o lado externo sonha, e aquele que se volta para dentro, desperta.
Em O despertar do Inocêncio o autor imprime com lirismo de inquestionável qualidade uma atmosfera de amor e virtudes, navegando na essência divina que pretende resgatar em cada um de nós.” Eneide Menezes – artista plástica
O despertar do Inocêncio
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