O dilema do vegano
Existem 8 citações disponíveis para O dilema do veganoSobre
Talvez você seja redirecionado para outro site
o mais grave é que, por ser rico em aminoácidos sulfurados (cisteína e metionina), provoca a acidificação do organismo, no processo do seu metabolismo, provocando, como reação, uma busca por substâncias alcalinas, capazes de neutralizar essa acidificação. Que substância? O cálcio, por exemplo, presente nos ossos. Assim, a descalcificação dos ossos acaba resultando na osteoporose, exatamente o inverso do que diz a propaganda do leite.
Deus (o Pai): as folhas, os frutos e as sementes serão o vosso alimento”.
Ninguém reclamou (ninguém nunca reclama, pois os imbecis que se vangloriam dizendo não gostar de política são fabricantes de putas, mendigos e de outros famélicos, sem se darem conta disso, sendo por isso que os sabemos imbecis).
Mais de 80% das proteínas desses leites são caseínas, de difícil absorção pelo organismo humano, por vezes coagulando, causando diarreia, vômitos, dores. Algumas proteínas, como a
O mel é produzido pelas abelhas para alimentação da sua nação. Armazenam-no para os períodos em que o néctar escasseia, necessitando de toda a produção para a sua sobrevivência. Mas a apicultura continua saqueando o mel das colmeias mesmo no inverno, matando de fome todo o enxame.
Os ovos habitualmente vendidos no comércio varejista são produzidos em regime intensivo, em que as galinhas poedeiras são criadas e mantidas em gaiolas de bateria, vale dizer, pequenas gaiolas de arame que partilham com outras galinhas. Essas gaiolas são empilhadas umas sobre as outras formando as tais “baterias”. Dessa maneira, é possível haver num mesmo barracão tamanho padrão da criação industrial cerca de 100 mil aves, sem ar fresco nem luz natural. Uma frenética e sofisticada maquinaria fornece o ar necessário e a luz, sempre presente. Não existe noite nos imensos barracões, o regime de trabalho desconhece a semana inglesa, repouso ou sono. É sempre dia, sempre hora de comer, sempre hora de botar. Em vez de ciscar e banhar-se ao sol, cada galinha dispõe de um espaço de 550 cm2, de acordo com a legislação, o equivalente a menos de uma folha de papel A4. Passa sua vida ali, trancada, não podendo abrir as asas para tentar voar, nem sequer estendê-las (razão para pústulas horríveis), e o instinto de procurar ninhos onde pôr seus ovos padecerá sempre da mesma frustração. Devido à falta de exercícios, essa máquina de produção de ovos terá, em menos de um ano, fraqueza tal em seus ossos, muita vez quebrados, que raramente se sustentará em pé, sendo então descartada para ração ou abate para consumo humano – quem o sabe? Ironia das ironias, a ração pode ser para consumo da ave na gaiola ao lado. (Não! Nem daria tempo! A vizinha também tem data marcada para morrer. Outras moradoras transitórias virão.) Criadas dessa maneira antinatural, elas desenvolvem durante suas curtas vidas estressadas diversas patologias, inclusive o canibalismo, bicando-se sem cessar, absolutamente loucas. Por essa razão, e também para que não tentem ciscar, prática inerente à espécie, as galinhas passam por um processo chamado de debicagem ainda quando pintos, em que os bicos são cortados para que não possam ferir as aves aprisionadas a seu lado e sejam forçadas a comer mais ração a
Fui convidado para um churrasco. Claro que, novamente, não vou! Costumo dizer que em festa onde o principal convidado está morto eu não me sinto bem. E peço também que não me convidem.
Grávida durante toda a sua vida, ordenhada mecanicamente, alimentada com rações enriquecidas de nutrientes específicos para maximizar a produção, hormônios e antibióticos, quando não mais puder procriar e encher de leite os bolsos de seus exploradores, a vaca, que tanto serviu, será descartada como um objeto imprestável e inapelavelmente morta com uma marretada na cabeça ou um êmbolo perfurando seu crânio.