Conto inscrito no 14º Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães
Minha vizinha do primeiro andar de vez em quando sobe no meu apartamento para conversar. Matilda é uma boa moça, generosa, tem um grande coração e está sempre disposta a ajudar a quem quer que seja — e também entra constantemente em confusão por ser tão solidária e ingênua. Sempre que tenho uma brecha, tento alertar Matilda, mas parece que ela custa a aprender. Já emprestou dinheiro que não foi devolvido e cedeu sua casa para uma amiga morar que acabou roubando suas roupas e seus objetos. Mesmo assim, ela segue confiante e determinada em estender a mão a quem precisa. É uma moça discreta, carismática, de uma beleza simples e traços delicados no rosto. É uma pena que ainda não tenha dado certo no amor, mas não é por falta de tentar.
Minha vizinha do primeiro andar de vez em quando sobe no meu apartamento para conversar. Matilda é uma boa moça, generosa, tem um grande coração e está sempre disposta a ajudar a quem quer que seja — e também entra constantemente em confusão por ser tão solidária e ingênua. Sempre que tenho uma brecha, tento alertar Matilda, mas parece que ela custa a aprender. Já emprestou dinheiro que não foi devolvido e cedeu sua casa para uma amiga morar que acabou roubando suas roupas e seus objetos. Mesmo assim, ela segue confiante e determinada em estender a mão a quem precisa. É uma moça discreta, carismática, de uma beleza simples e traços delicados no rosto. É uma pena que ainda não tenha dado certo no amor, mas não é por falta de tentar.