O Bernardo Guimarães erótico que poucos conhecem
Repudiado pelos herdeiros (que não o incluíram nas poesias completas), publicado clandestinamente pelo próprio autor, Elixir do pajé é a grande obra erótico-satírica de Bernando Guimarães, e o mais escrachado poema da literatura romântica brasileira. O mais interessante é que saiu em 1875, mesmo ano do famoso A escrava Isaura, que até novela virou, para delícia das famílias bem comportadas.
Considerado por muitos uma paródia do I-juca pirama, a obra-prima de Gonçalves Dias, é um poema engraçadíssimo e de alto nível.
Sua primeira edição assumida por uma editora saiu pela Dubolso, em 1988, com introdução do poeta Romério Rômulo, ilustrações de Fausto Prats e a inclusão de outros dois poemas longos de humor fescenino: A origem do mênstruo e A orgia dos duendes. Publicado agora em formato digital, mantém todos os textos da edição impressa, sendo um resgate necessário da vertente mais obscura e genial de Bernardo.
Repudiado pelos herdeiros (que não o incluíram nas poesias completas), publicado clandestinamente pelo próprio autor, Elixir do pajé é a grande obra erótico-satírica de Bernando Guimarães, e o mais escrachado poema da literatura romântica brasileira. O mais interessante é que saiu em 1875, mesmo ano do famoso A escrava Isaura, que até novela virou, para delícia das famílias bem comportadas.
Considerado por muitos uma paródia do I-juca pirama, a obra-prima de Gonçalves Dias, é um poema engraçadíssimo e de alto nível.
Sua primeira edição assumida por uma editora saiu pela Dubolso, em 1988, com introdução do poeta Romério Rômulo, ilustrações de Fausto Prats e a inclusão de outros dois poemas longos de humor fescenino: A origem do mênstruo e A orgia dos duendes. Publicado agora em formato digital, mantém todos os textos da edição impressa, sendo um resgate necessário da vertente mais obscura e genial de Bernardo.