O Filho do Pecado
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Como cristãos, temos que saber que nada nos pertence, que tudo é dom de Deus, e que devemos prestar contas a ele. Nosso papel é agir como administradores honestos, justos e bondosos.
Existe diferença entre desejar e cobiçar. Entenda: ninguém pode ser condenado por seus desejos, pois estes fazem parte dos instintos da carne, que surgem, em boa parte, independente de nossas vontades.
O desejo pode ser inconsciente, mas a cobiça é o desejo consciente de consumação.
“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
no entanto, nos dá forças para enfrentarmos o caminho difícil, paciência e sabedoria para enfrentarmos os obstáculos, e força de vontade para que alcancemos nossos objetivos.
“Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos. Que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis. Que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”.
Quanto às leis, concluo que nenhuma vírgula foi destruída. Ela foi transportada para o patamar da fé, mas é tão imensamente importante que só podemos compreender Cristo com plenitude após ler o Velho Testamento!
Um dos melhores termômetros para medir o tamanho do amor ao dinheiro é exatamente observando a necessidade que um ser humano tem de se engrandecer aos olhos do próximo.
Efésios, capítulo 2, versículo 15: “Jesus, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz”. –