A sociedade é um vasto universo de atrações, e seu sentido só tem validade quando os seres mergulham de corpo e alma no bojo dos entretenimentos ofertados. Mas, e quando o jogo já não mais consegue entreter e aprisionar o ser? Como o mesmo se comportará avesso ao louco, visível e realístico movimento? Assim se encontra o personagem Závio, o qual não mais se interessa em estar no emaranhado labirinto social, pois tudo o que ver e sente não passam de falsificações enganosas que não conseguem suprir a devastadora fome de seu cerne. Diante a este quadro confuso e absurdo, Závio se entranha numa batalha árdua e ferrenha ao mergulhar em profundos questionamentos, os quais fazem sangrar sua estrutura mental, no arcabouço de tortuosas e enigmáticas reflexões...
O Homem e o Enigma: Romance
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