Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias, O Primo Basílio e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.
Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.
Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína.
Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.
Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína.