Naquele momento ela passara para a tela seu próprio estado de espírito e era apreendido por quem quer que para a tela olhe. Esse belo quadro, ou melhor, esse sentimento estava exposto no interior de um grande São de Artes. Estava ali, entre os outros. Ele ficava no canto esquerdo de quem entrava no salão. Nas paredes e nos cavaletes as cores tomavam conta do ambiente. Cada obra tentando representar o sentimento de seu pintor. No canto esquerdo lá estava aquele quadro e, de uma forma estranha, exercia uma atração que fazia com que as pessoas se voltassem para ele. Naquela tela estava gravado um momento que nunca mais se repetiria. Quando ela o pintara não visara o aspecto físico ou material. Tratava-se de registrar um estado de espírito, um sentimento.
O Quadro
Sobre
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