No antigo Egito, na 18a. Dinastia, governou um faraó que subverteu completamente a ordem religiosa vigente. Seu nome é conhecido por Akhenaton - espírito atuante de Aton, o deus único; o disco solar.
Instituído o monoteísmo, não tardou que a supressão dos privilégios dos poderosos trouxesse os ventos da conspiração.
Os sacerdotes de Amon, misteriosos guardiães de templos escuros e velados, agora sem nenhuma força perante a população, tramaram a derrubada do rei.
Akhenaton e Nefertifi, sua esposa, desapareceram da história. Seus nomes foram raspadas dos cartuchos como uma represália à ousadia de ambos, por terem ido tão longe.
Jamais encontraram sarcófagos ou objetos de ambos. Nada.
O que teria acontecido com a derrocada do rei? Como teriam sido seus últimos dias? Angustiados?, enquanto compunha os salmos que ainda podem ser visto nas estelas de Tel-el-Amarna? Felizes?
E o que também teria sucedido a Nefertiti, a bela mulher que chegou?
Este romance faz isto mesmo: romanceia, enquanto reúne indícios para ordenar os acontecimentos.
Quem sabe as coisas não aconteceram deste modo?
Instituído o monoteísmo, não tardou que a supressão dos privilégios dos poderosos trouxesse os ventos da conspiração.
Os sacerdotes de Amon, misteriosos guardiães de templos escuros e velados, agora sem nenhuma força perante a população, tramaram a derrubada do rei.
Akhenaton e Nefertifi, sua esposa, desapareceram da história. Seus nomes foram raspadas dos cartuchos como uma represália à ousadia de ambos, por terem ido tão longe.
Jamais encontraram sarcófagos ou objetos de ambos. Nada.
O que teria acontecido com a derrocada do rei? Como teriam sido seus últimos dias? Angustiados?, enquanto compunha os salmos que ainda podem ser visto nas estelas de Tel-el-Amarna? Felizes?
E o que também teria sucedido a Nefertiti, a bela mulher que chegou?
Este romance faz isto mesmo: romanceia, enquanto reúne indícios para ordenar os acontecimentos.
Quem sabe as coisas não aconteceram deste modo?