O estado de barbárie é tal que o poeta constata “A morte já não basta(...)”. Pois “já não afasta/ A concorrência por sangue”. “Concorrência” que “ – decapita”.
O recurso gráfico do travessão, separando a palavra “–decapita” do restante do corpo do verso “A concorrência por sangue”, demarca a reparação, a decapitação e intensifica o significado de banalização da morte. A morte como instrumento político: uso de escudos humanos às explosões suicidas e além dos raptos, dos sequestros e dos reféns, o esfolamento de cabeças.
O recurso gráfico do travessão, separando a palavra “–decapita” do restante do corpo do verso “A concorrência por sangue”, demarca a reparação, a decapitação e intensifica o significado de banalização da morte. A morte como instrumento político: uso de escudos humanos às explosões suicidas e além dos raptos, dos sequestros e dos reféns, o esfolamento de cabeças.