O olhar da janela para o mundo - tempo fora - e para dentro, tempo interior do indivíduo, se repete nos momentos da vida assim como na composição das paisagens deste livro. Janelas como olhares em diferentes espaços - inclusive da janela de um hospital (INCOR) para a cidade (SÃO PAULO), concreto e alma; mas também para dentro do quarto - e nas pessoas que estão vivas nas histórias, paisagens e raízes.
Múltiplo na visão do comportamento humano, a janela se abre para situações vividas (e não vividas) a contemplar a ação de personagens e seus cenários.
De tantos cenários vistos desa janela (quase drummondiana) o leitor sente conforto e inquietação, aconchego e espanto, realidade e ilusão. Coisas da vida que correm pelas linhas e avançam nos contos, todos - límpidos e lúdicos - a se insinuarem como uma paisagem a ser vista e vivida pela janela (de fora para dentro, de dentro para dentro: um ser introspecto que vai do racional ao ilusório) da alma através do desfile de histórias-paisagens no múltiplo mundo do olho-tempo do humano ser.
Múltiplo na visão do comportamento humano, a janela se abre para situações vividas (e não vividas) a contemplar a ação de personagens e seus cenários.
De tantos cenários vistos desa janela (quase drummondiana) o leitor sente conforto e inquietação, aconchego e espanto, realidade e ilusão. Coisas da vida que correm pelas linhas e avançam nos contos, todos - límpidos e lúdicos - a se insinuarem como uma paisagem a ser vista e vivida pela janela (de fora para dentro, de dentro para dentro: um ser introspecto que vai do racional ao ilusório) da alma através do desfile de histórias-paisagens no múltiplo mundo do olho-tempo do humano ser.