Na peça PATOLOGIA, o amor é destaque. O lugar onde tudo dói, sobretudo na falta ou ao seu fim. A repetição amar depois de amar - o amor após outro. A busca no verbo da definição do sujeito.
O dever romântico que soma e não reparte, como nossos avós. Os avôs de nossos avôs, a condição máxima de existência até que a morte separe.
Em seguida, ESCORBUTO aborda vários aspectos da carência física, psíquica e química. Dentre os sintomas associados, feridas de difícil cicatrização e perdas irreparáveis.
Mas não estamos sozinhos. Encontramos na publicidade, verdadeira panaceia, através medicamentos, fórmulas, tratamentos, serviços e outros produtos prontos para suprir a falta de algo ou alguém.
Evidente que a interação destas circunstâncias, superdosagem ou constante exposição, podem ensejar perda completa de interesse, esvaziamento de conflito, dispersão momentânea ou a convalidação de suposições não relatadas anteriormente, frequentemente entendidas como preguiça, cansaço, desinteresse ou estresse. Ao longo do tempo estes fatores pode desencadear patologias mais graves.
Em ambas as peças, o dramaturgo procura não seguir a estrutura tradicional e linear do drama. São problematizados o tempo, o espaço e a estrutura da própria personagem, no trânsito entre a literatura e a dramaturgia. Do encontro, surgem formas distintas, zonas de convergência e de afastamentos (deslocamentos), pluralidade de vontades através da exteriorização de vozes múltiplas ? soltas, juntas ou costuradas (monólogos, diálogos e formas híbridas).
Para outras informações sobre esta ou outras peças de teatro, visite o site do dramaturgo: www.thiagopelizzon.com
O dever romântico que soma e não reparte, como nossos avós. Os avôs de nossos avôs, a condição máxima de existência até que a morte separe.
Em seguida, ESCORBUTO aborda vários aspectos da carência física, psíquica e química. Dentre os sintomas associados, feridas de difícil cicatrização e perdas irreparáveis.
Mas não estamos sozinhos. Encontramos na publicidade, verdadeira panaceia, através medicamentos, fórmulas, tratamentos, serviços e outros produtos prontos para suprir a falta de algo ou alguém.
Evidente que a interação destas circunstâncias, superdosagem ou constante exposição, podem ensejar perda completa de interesse, esvaziamento de conflito, dispersão momentânea ou a convalidação de suposições não relatadas anteriormente, frequentemente entendidas como preguiça, cansaço, desinteresse ou estresse. Ao longo do tempo estes fatores pode desencadear patologias mais graves.
Em ambas as peças, o dramaturgo procura não seguir a estrutura tradicional e linear do drama. São problematizados o tempo, o espaço e a estrutura da própria personagem, no trânsito entre a literatura e a dramaturgia. Do encontro, surgem formas distintas, zonas de convergência e de afastamentos (deslocamentos), pluralidade de vontades através da exteriorização de vozes múltiplas ? soltas, juntas ou costuradas (monólogos, diálogos e formas híbridas).
Para outras informações sobre esta ou outras peças de teatro, visite o site do dramaturgo: www.thiagopelizzon.com