Nos anos entre 1994 e os dias de hoje, surgiram ideias de como poderia registrar todas as minhas recordações e experiências vividas. Comecei primeiramente escrevendo em pedaços de papéis dos mais diversos tipos: os de embrulhos de mercearias, nos rodapés dos jornais, nas contracapas dos livros... Tudo para não perder a inspiração no momento de escrever o que me vinha na mente. Passados alguns anos, muitos amigos me questionavam o motivo de ainda não ter registrado tudo em um livro. Ora, como registrar tudo em uma obra literária se nem escritor eu era? De fato, não era um escritor com registro, porém, era um escritor anônimo. A partir daí comecei a organizar tudo o que escrevia em uma pasta. Aonde quer que eu estivesse, em casa, na escola, no trabalho, na praia ou passeando em qualquer lugar que fosse, se me viesse uma poesia para escrever eu procurava registrar em qualquer pedaço de papel, para não perder a inspiração.
Em 1999, passei alguns meses morando em uma cidade da Bahia chamada Jacobina. Lá deixei um manuscrito de capa dura na cor azul com várias outras obras minha, que até hoje não consegui reaver, daí o atraso para poder juntar novos pensamentos, reflexões e poesias. Neste ano encontrei a minha musa inspiradora para os registros que falam de amor: minha atual esposa TACILA ALVES, que sem o incentivo dela com certeza eu não teria conseguido chegar até aqui.
Hoje com novos escritos, posso me aventurar na vida de escritor, que desde a adolescência me persegue, pois tenho uma enorme paixão por livros, de qualquer estilo que seja. No momento sei que é difícil se aventurar por tal estrada, sei que, o que escrevi pode alegrar e emocionar, irritar e contrariar alguns leitores, entretanto tudo que escrevi foi de legítima emoção e razão, do meu mais íntimo sentimento, da mais pura sensação que eu sentia de amor, de alegria, de dor, de decepção, de realização.
Então a todos que lerem este pequeno opúsculo, espero que se deliciem e se emocionem, ou que até se identifiquem com alguns trechos aqui exposto, pois “A vida é feita de contrastes: Uns amam outros odeiam. Outros brigam, outros apaziguam. Há ainda aqueles que se encontram, E os que se desencontram nas vias da vida...” (trecho da poesia CONTRASTES, pag. 52).
Boa leitura, Gibson J. De Santana
Em 1999, passei alguns meses morando em uma cidade da Bahia chamada Jacobina. Lá deixei um manuscrito de capa dura na cor azul com várias outras obras minha, que até hoje não consegui reaver, daí o atraso para poder juntar novos pensamentos, reflexões e poesias. Neste ano encontrei a minha musa inspiradora para os registros que falam de amor: minha atual esposa TACILA ALVES, que sem o incentivo dela com certeza eu não teria conseguido chegar até aqui.
Hoje com novos escritos, posso me aventurar na vida de escritor, que desde a adolescência me persegue, pois tenho uma enorme paixão por livros, de qualquer estilo que seja. No momento sei que é difícil se aventurar por tal estrada, sei que, o que escrevi pode alegrar e emocionar, irritar e contrariar alguns leitores, entretanto tudo que escrevi foi de legítima emoção e razão, do meu mais íntimo sentimento, da mais pura sensação que eu sentia de amor, de alegria, de dor, de decepção, de realização.
Então a todos que lerem este pequeno opúsculo, espero que se deliciem e se emocionem, ou que até se identifiquem com alguns trechos aqui exposto, pois “A vida é feita de contrastes: Uns amam outros odeiam. Outros brigam, outros apaziguam. Há ainda aqueles que se encontram, E os que se desencontram nas vias da vida...” (trecho da poesia CONTRASTES, pag. 52).
Boa leitura, Gibson J. De Santana