Amor e tempo. Temas universais singularizados nas vivências de Heitor, narrador-protagonista do romance histórico-filosófico Perfume que expressa em sua narrativa o poder transformador do tempo, do amor e do pensamento. As sensações, os diálogos e as reflexões impressas nas páginas deste livro permitem ao leitor vivenciar as experiências de um homem que busca, além da liberdade, compreender questões fundamentais da existência humana.
Em sua trajetória revolucionária, o jovem Heitor, para ser fiel aos seus princípios políticos, deixa sua namorada Cecília para se engajar na luta clandestina contra a ditadura militar brasileira. Na clandestinidade adota o pseudônimo Antônio e passa a viver em um aparelho. Nessa célula revolucionária inicia o seu convívio com Laura, Augusto, Ricardo, Ana e Fernando, jovens amantes da revolução, que lutam para a construção da primavera política brasileira.
O conflito entre o que se deseja e o que efetivamente existe é um dos núcleos deste romance. ?Sonhos, desejos e medos diluídos constituem a matéria prima do que nos tornamos. Viemos a ser, por obra de nossas escolhas e das correntezas históricas, seres antropofágicos, revolucionários e sonhadores.? Este trecho do livro Perfume expressa a força do desejo desses jovens clandestinos que concebiam o amor como premissa essencial para a construção da realidade.
Em sua trajetória revolucionária, o jovem Heitor, para ser fiel aos seus princípios políticos, deixa sua namorada Cecília para se engajar na luta clandestina contra a ditadura militar brasileira. Na clandestinidade adota o pseudônimo Antônio e passa a viver em um aparelho. Nessa célula revolucionária inicia o seu convívio com Laura, Augusto, Ricardo, Ana e Fernando, jovens amantes da revolução, que lutam para a construção da primavera política brasileira.
O conflito entre o que se deseja e o que efetivamente existe é um dos núcleos deste romance. ?Sonhos, desejos e medos diluídos constituem a matéria prima do que nos tornamos. Viemos a ser, por obra de nossas escolhas e das correntezas históricas, seres antropofágicos, revolucionários e sonhadores.? Este trecho do livro Perfume expressa a força do desejo desses jovens clandestinos que concebiam o amor como premissa essencial para a construção da realidade.