«Perversão: a forma erótica do ódio», do psiquiatra norte-americano Robert Stoller, é um clássico contemporâneo, que permitiu uma volta à razão na discussão sobre as diferenças sexuais. Stoller apresenta, em linguagem clara, o mais completo e revolucionário modelo descritivo para compreender as variações da sexualidade humana e as chamadas perversões homossexualidade, sadismo, masoquismo, travestismo, fetichismo, promiscuidade, não apenas em sua origem, mas também em suas funcionalidades. A lista dos capítulos é esclarecedora: 'O impacto dos novos avanços da pesquisa sexual', 'Pornografia e perversão', 'Hostilidade e mistério na perversão', 'Um delito assume a forma de um ato sexual', 'A homossexualidade é um diagnóstico?', 'Sexo e pecado' e, por fim, 'A necessidade da perversão'. Para Stoller, a perversão é, em certas circunstâncias psicofamiliares, uma necessidade. E nesta formulação radical que vai à raiz da questão, deixando de lado as opiniões ideologizadas, reside a enorme importância deste livro, tanto para a teoria psicanalítica quanto, principalmente, para o debate político e cultural.
Perversão: a forma erótica do ódio
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