Ordilan Derosa, nascido em 1926, em Porto Alegre e falecido em 1981, em Tramandaí, no litoral norte do Rio Grande do Sul, foi corretor de imóveis, jornalista, poeta e músico. Escreveu nas páginas de jornais de Porto Alegre e depois no litoral, para onde se mudou em 1966.
Passados mais de 30 anos da sua morte, a obra de Ordilan Derosa torna-se finalmente conhecida graças aos cuidados de Dona Dulce, esposa e grande amor de sua vida, que guardou cada linha escrita por ele com o zelo de quem guarda um verdadeiro tesouro. De fato é um tesouro o que apresentamos neste volume, onde foram reunidos contos e crônicas de sua autoria, a maioria composta de textos publicados em jornais de Porto Alegre e Tramandaí, entre as décadas de 1940 e 1970.
A obra de Ordilan Derosa foi o resultado das aflições, tristezas, amor e alegrias de alguém com uma grande autoconsciência e imenso amor pela arte e a beleza das palavras, dos sentidos e das perplexidades mais íntimas do homem.
Parte de sua obra está disponível no blog: ordilanderosa.wordpress.com
Passados mais de 30 anos da sua morte, a obra de Ordilan Derosa torna-se finalmente conhecida graças aos cuidados de Dona Dulce, esposa e grande amor de sua vida, que guardou cada linha escrita por ele com o zelo de quem guarda um verdadeiro tesouro. De fato é um tesouro o que apresentamos neste volume, onde foram reunidos contos e crônicas de sua autoria, a maioria composta de textos publicados em jornais de Porto Alegre e Tramandaí, entre as décadas de 1940 e 1970.
A obra de Ordilan Derosa foi o resultado das aflições, tristezas, amor e alegrias de alguém com uma grande autoconsciência e imenso amor pela arte e a beleza das palavras, dos sentidos e das perplexidades mais íntimas do homem.
Parte de sua obra está disponível no blog: ordilanderosa.wordpress.com