São Paulo ? Viaduto Tutóia. Nesse local, durante uma madrugada nosso protagonista está prestes a cometer suicídio. Esgotado com os resultados colhidos durante toda sua existência, ele quer pôr fim àquilo que o trouxe até aquele lugar: sua vida. É nesse ambiente e situação que algo surpreendente acontece. Um menino, em plena madrugada, envolve o personagem principal numa conversa franca e reveladora. Dor, solidão, sofrimento e muita autossabotagem transformam o início deste livro em um drama e reflete a natureza de todos os homens. O menino, com uma inocência intelectual, traz ao coração de Bruno a reflexão e a força necessária para a mudança essencial e muito desejada durante anos. Bruno é abordado, também, pelos mitos das trevas, o barqueiro e uma deusa indiana. Numa sequência de tirar o fôlego, os dramas humanos são investigados e questionados pelo menino-anjo em toda a sua profundidade e colocados à prova pelos demais coadjuvantes. Com sua inocência socrática, o menino demonstra que a solução está contida no próprio problema. Não basta acreditar em Deus, é preciso acreditar em si e deixar que Deus aja na vida de Bruno. É um livro para se ler em uma respiração e se surpreender com o final.
Phoenix – o Renascido
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