Apresentação
Neste livro tentei reunir o maior número de poemas. Reuni aqui vários temas. Tentei separar por caixas. Mas estava tudo uma bagunça. Ficou ainda bem fora de ordem. A ordem cronológica então, está é irrelevante. Basta dizer que aqui há uma compilação de alguns anos de aventuras e desventuras. Frustrações e realizações, reais ou imaginárias.
Este é o primeiro livro de poesias que resolvo publicar. Aqui reuni várias poesias que havia exposto num blog com o mesmo nome do livro. Talvez isto termine carregando a tônica geral de poesias mais frustradas e tristes. O que definitivamente não reflete toda a esperança que sinto no momento desta publicação.
Este livro não tem idéias fixas e amarradas. Nem se propõe a apresentar uma versão do que seja certo ou errado. Apenas é a expressão de várias experiências emocionais. Que foram retratadas em vários capítulos. Não há qualquer ordem cronológica. A criação dos capítulos tentou seguir uma temática. Mas no final principalmente entraram vários poemas de forma desordenada.
O personagem título o Pierrot é o personagem baseado nas histórias populares italianas, que se incorporaram em cidades carnavalescas do Brasil, como é o caso do Recife. Sendo até mesmo cantado de forma equivocada em algumas músicas. Mas na essência, o Pierrot expressa a frustração amorosa. Sendo que seu antagonista, o Arlquim, muitas vezes é a simples imaginação do pobre Pierrot.
O Sátiro expressa a virilidade, felicidade, e um personagem mítico Greco-romano. Entretanto, nas nossas aventuras de Pierrot, o próprio Sátiro também foi ferido.
Nas ?escovas de dentes? temos causos mais leves. Mas no geral poesias que ainda não se apegavam em nenhuma técnica.
Borboletas também é um capítulo mais leve, no geral.
O Arretado é o capítulo que reuni poesias vinculadas a minhas origens, de Pernambuco, Recife, as margens co Capibaribe.
O Poder faço uma menção a celebre frase de Lênin, fora o Poder tudo mais é ilusão. Onde expresso também minhas emoções sobre temas políticos.
A Guerreira é um capítulo especial a essas mulheres que tanto admiro que são as mulheres de luta e combativas.
A Meia-luz reuni ainda poucos poemas mas de momentos mais íntimos.
Curtas estão alguns poemas, como diz o título, curtos. Haikai, tercetos ou quartetos.
Labirinto, é um capítulo dedicado ao sofrimento e as confusões.
Folhas são folhas caídas, soltas, em desordem.
Foco no amor, são algumas leituras sobre o amor, seu conceito e compreensões disto.
Fadas recebeu este título por ser o primeiro poema. Mas seguem ai vários poemas de vário momentos, e tipos de sentimentos.
Se tentou fazer uma releitura com maior dedicação técnica dos primeiros poemas. Mas termina que isto não expressa a emoção daquele momento. Um fotografo não pode melhorar sua técnica e refazer suas fotos do passado. Da mesma forma, espera-se de agora em diante melhorar as técnicas poéticas. Talvez fazer uma outra edição com ilustrações.
Está foi a foto de um período da vida. Onde se teve mais dores que amores.
Bruno Alves
Neste livro tentei reunir o maior número de poemas. Reuni aqui vários temas. Tentei separar por caixas. Mas estava tudo uma bagunça. Ficou ainda bem fora de ordem. A ordem cronológica então, está é irrelevante. Basta dizer que aqui há uma compilação de alguns anos de aventuras e desventuras. Frustrações e realizações, reais ou imaginárias.
Este é o primeiro livro de poesias que resolvo publicar. Aqui reuni várias poesias que havia exposto num blog com o mesmo nome do livro. Talvez isto termine carregando a tônica geral de poesias mais frustradas e tristes. O que definitivamente não reflete toda a esperança que sinto no momento desta publicação.
Este livro não tem idéias fixas e amarradas. Nem se propõe a apresentar uma versão do que seja certo ou errado. Apenas é a expressão de várias experiências emocionais. Que foram retratadas em vários capítulos. Não há qualquer ordem cronológica. A criação dos capítulos tentou seguir uma temática. Mas no final principalmente entraram vários poemas de forma desordenada.
O personagem título o Pierrot é o personagem baseado nas histórias populares italianas, que se incorporaram em cidades carnavalescas do Brasil, como é o caso do Recife. Sendo até mesmo cantado de forma equivocada em algumas músicas. Mas na essência, o Pierrot expressa a frustração amorosa. Sendo que seu antagonista, o Arlquim, muitas vezes é a simples imaginação do pobre Pierrot.
O Sátiro expressa a virilidade, felicidade, e um personagem mítico Greco-romano. Entretanto, nas nossas aventuras de Pierrot, o próprio Sátiro também foi ferido.
Nas ?escovas de dentes? temos causos mais leves. Mas no geral poesias que ainda não se apegavam em nenhuma técnica.
Borboletas também é um capítulo mais leve, no geral.
O Arretado é o capítulo que reuni poesias vinculadas a minhas origens, de Pernambuco, Recife, as margens co Capibaribe.
O Poder faço uma menção a celebre frase de Lênin, fora o Poder tudo mais é ilusão. Onde expresso também minhas emoções sobre temas políticos.
A Guerreira é um capítulo especial a essas mulheres que tanto admiro que são as mulheres de luta e combativas.
A Meia-luz reuni ainda poucos poemas mas de momentos mais íntimos.
Curtas estão alguns poemas, como diz o título, curtos. Haikai, tercetos ou quartetos.
Labirinto, é um capítulo dedicado ao sofrimento e as confusões.
Folhas são folhas caídas, soltas, em desordem.
Foco no amor, são algumas leituras sobre o amor, seu conceito e compreensões disto.
Fadas recebeu este título por ser o primeiro poema. Mas seguem ai vários poemas de vário momentos, e tipos de sentimentos.
Se tentou fazer uma releitura com maior dedicação técnica dos primeiros poemas. Mas termina que isto não expressa a emoção daquele momento. Um fotografo não pode melhorar sua técnica e refazer suas fotos do passado. Da mesma forma, espera-se de agora em diante melhorar as técnicas poéticas. Talvez fazer uma outra edição com ilustrações.
Está foi a foto de um período da vida. Onde se teve mais dores que amores.
Bruno Alves