Sentimentos de honra e alegria encheram meu coração a ser convidada por Aloísio Silva para prefaciar seu novo livro POR ENTRE AS DO-RES. Amigo querido, parceiro de caminhada na busca do autoconhecimento, colega na profissão
de professor e entusiasmado no serviço voluntário de ajuda humanitária. Aloísio é um dos grandes mestres que encontrei nesta jornada existencial: trabalhador incansável, pai amoro-so, esposo dedicado à sua querida Jailza, palestrante leve, di-dático, sincero, motivador, escritor que fala de coisas simples que, no dia a dia não prestamos atenção, mas que são de fun-damental importância para que vivamos bem conosco mes-mos e na coletividade.
Ao reler os originais do POR ENTRE AS DORES lembrei-me de uma pequena história encontrada no livro
Conversando com Divaldo Pereira Franco II, que Humberto de Campos narra através da psicografia de Chico Xavier:
Judas viajava com Jesus e os outros apóstolos. De repen-te Judas pergunta a Jesus:
— Senhor, por que os demais amigos não gostam de mim? Por que estão sempre reticentes? Por que apresentam de-terminadas mágoas? Jesus olhou para o companheiro, triste, e silenciou. Continuaram andando.
Fazia muito sol e a poeira da estrada levantava com a brisa morna quando, de repente, à sombra de uma árvore, viram um poço cuja água vinha cristalina até a borda. Judas, que estava muito atormentado, correu, dobrou-se sobre o poço, bateu as mãos e começou a refrescar-se.
de professor e entusiasmado no serviço voluntário de ajuda humanitária. Aloísio é um dos grandes mestres que encontrei nesta jornada existencial: trabalhador incansável, pai amoro-so, esposo dedicado à sua querida Jailza, palestrante leve, di-dático, sincero, motivador, escritor que fala de coisas simples que, no dia a dia não prestamos atenção, mas que são de fun-damental importância para que vivamos bem conosco mes-mos e na coletividade.
Ao reler os originais do POR ENTRE AS DORES lembrei-me de uma pequena história encontrada no livro
Conversando com Divaldo Pereira Franco II, que Humberto de Campos narra através da psicografia de Chico Xavier:
Judas viajava com Jesus e os outros apóstolos. De repen-te Judas pergunta a Jesus:
— Senhor, por que os demais amigos não gostam de mim? Por que estão sempre reticentes? Por que apresentam de-terminadas mágoas? Jesus olhou para o companheiro, triste, e silenciou. Continuaram andando.
Fazia muito sol e a poeira da estrada levantava com a brisa morna quando, de repente, à sombra de uma árvore, viram um poço cuja água vinha cristalina até a borda. Judas, que estava muito atormentado, correu, dobrou-se sobre o poço, bateu as mãos e começou a refrescar-se.