Portugueses, Os
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O infante D. Henrique (quinto filho do rei de Portugal D. João I), um dos principais articuladores das expedições portuguesas, acreditava ser “impelido pelo serviço de Deus”.
Grifes internacionais, grandes superfícies (shopping centers) e cadeias de fast-food também são sucesso em Portugal. Mercadinhos, armazéns e lojas de bairro são coisas do passado, e os que existem mal sobrevivem, pois um dos passatempos favoritos dos portugueses nas cidades passou a ser ir ao shopping.
Embora, nos dias de hoje, a ideia de raça esteja totalmente desacreditada pela ciência, não é difícil perceber como esse arrazoado científico e literário ultrapassado ainda alimenta posições preconceituosas que não são incomuns no Portugal atual, saídas da boca de gente ignorante ou mal-intencionada.
Sua “retomada” pelos cristãos ocorreu em 1147, ao ser conquistada por D. Afonso Henriques (1128-1185), o primeiro rei de Portugal e fundador da dinastia de Borgonha.
O centro histórico da cidade do Porto é Patrimônio Mundial desde 1996, porque guarda exemplos significativos da arquitetura medieval,
É interesse do governo luso manter os vínculos dos emigrantes e seus descendentes com Portugal, pois isso pode angariar apoio internacional ao pequeno país. Portugal oferece em troca políticas de promoção e difusão da língua e da cultura portuguesa e reconhece o direito à nacionalidade portuguesa aos filhos e netos dos seus emigrantes.
Fernando Pessoa (1888-1935) foi outro dos que se dedicou a descrever o que entendia por “alma portuguesa”, aproveitando para falar também do fado, em “O fado e a alma portuguesa”, publicado no Diário de Notícias Ilustrado em 1929: Toda a poesia – e a canção é uma poesia ajudada – reflecte o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre e a canção dos povos alegres é triste. O fado, porém, não é alegre nem triste. É um episódio de intervalo. Formou-o a alma portuguesa quando não existia e desejava tudo sem ter força para o desejar. As almas fortes atribuem tudo ao Destino; só os fracos confiam na vontade própria, porque ela não existe. O fado é o cansaço da alma forte, o olhar de desprezo de Portugal ao Deus em que creu e também o abandonou. […]
Se, em um primeiro momento, o confisco era fonte de receita para o Estado envolvido na consolidação do Império Ultramarino, no longo prazo, teve consequências perversas, pois provocou uma fuga de capitais, conhecimentos e habilidades, carregados por pessoas que, temendo a Inquisição, preferiram emigrar. Em resumo, a Inquisição e a intolerância religiosa privaram Portugal de pessoas dinâmicas, com poder econômico e capacidade intelectual. Os cristãos-novos emigrados instalaram-se em locais como a França, Países Baixos e Itália, onde puderam desenvolver suas atividades com maior tranquilidade.
A adesão à zona do euro põe um ponto final na possibilidade de manutenção de um Estado inchado, ineficiente, com déficit orçamentário e paternalista que desconsidera critérios de competência, qualidade e excelência. A sociedade portuguesa não pode mais continuar a pagar a conta da falta de regras claras e do consumismo descontrolado da pesada máquina estatal. Fora dos assuntos diretamente relacionados ao Estado também começa a haver uma maior consciência de que o corporativismo gera incompetência e complacência, impedindo a inovação, favorecendo o imobilismo e reduzindo a capacidade de adaptação. Essa nova maneira de pensar está chacoalhando as estruturas da sociedade portuguesa e fazendo recuar, ainda que muito lentamente, a mentalidade corporativa. Os