Quase Negros foi o vencedor do Prêmio Nascente, conferido pela Universidade de São Paulo e pela Editora Abril em 1999, e publicado pela Humanitas (FFLCH/USP), editora que ainda possui exemplares da 2ª edição impressa.
Nesta edição (3ª), o texto foi completamente revisado e editado por mim, ganhando uma linguagem mais de acordo com meu estilo atual, mas sem perder suas características originais.
O enredo da obra gira em torno do personagem Adão, referência ao primeiro homem criado por Deus. No caso presente, o deus em questão é Olorum, o criador original na mitologia Ioruba e identificado ao céu.
Permeada pela presença dos orixás africanos, a história procura, simbolicamente, interpretar dois momentos da história recente do Brasil: o regime militar (1974) e o período de redemocratização (1990), com o desfecho na virada do século (2000).
A saga de Adão, sua busca pela liberdade e pelo amor, é o fio condutor da obra, que deixa várias perguntas ao leitor. Seriam o amor e a liberdade possíveis na ditadura? E no período subsequente, neoliberal?
A resposta se encontra nas linhas e entrelinhas.
Nesta edição (3ª), o texto foi completamente revisado e editado por mim, ganhando uma linguagem mais de acordo com meu estilo atual, mas sem perder suas características originais.
O enredo da obra gira em torno do personagem Adão, referência ao primeiro homem criado por Deus. No caso presente, o deus em questão é Olorum, o criador original na mitologia Ioruba e identificado ao céu.
Permeada pela presença dos orixás africanos, a história procura, simbolicamente, interpretar dois momentos da história recente do Brasil: o regime militar (1974) e o período de redemocratização (1990), com o desfecho na virada do século (2000).
A saga de Adão, sua busca pela liberdade e pelo amor, é o fio condutor da obra, que deixa várias perguntas ao leitor. Seriam o amor e a liberdade possíveis na ditadura? E no período subsequente, neoliberal?
A resposta se encontra nas linhas e entrelinhas.