Próximo às comemorações do aniversário de 30 anos da Axé Music, Diego da Rocha nos presenteia com esse livro, apresentando um dossiê sobre a formação histórica do Caldeirão de Ritmos, do gênero que é a atração principal do Carnaval de Salvador.
O livro, fruto de pesquisas cujo trabalho foi aprovado com louvor, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, apresenta um Ensaio Científico sobre a construção sociocultural do gênero. Onde a música de Salvador entra contato direto com o espírito pós-moderno.
A Axé Music, que se tornou sinônimo de alegria, sensualidade e efervescência de novos ritmos, esconde na música, estratégias históricas perspicazes na luta contra a repressão da cultura oficial; capítulos de resistências afro; fortes mudanças referenciais de parâmetros de poder; embates ideológicos; buscas por reconhecimento; conexões com Cuba, Jamaica, Porto Rico e a África; e diálogos com a identidade soteropolitana, que alcança pela cultura sua consagração estratégica no mercado.
Da Bahia para o Mundo, o livro também passa por debates sobre sua rica e valiosa criatividade artística, a importância dos Blocos Afro de Salvador, ligações com a salsa, o merengue, o reggae, a lambada, o frevo, a emergência do samba reggae, dos blocos de trio, à constituição do repertório dos principais artistas do universo baiano e da Axé Music.
Cuja maior parte das críticas expõe raízes culturais de um profundo recalque, e preconceitos sociais retrógrados e improdutivos.
O livro, fruto de pesquisas cujo trabalho foi aprovado com louvor, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, apresenta um Ensaio Científico sobre a construção sociocultural do gênero. Onde a música de Salvador entra contato direto com o espírito pós-moderno.
A Axé Music, que se tornou sinônimo de alegria, sensualidade e efervescência de novos ritmos, esconde na música, estratégias históricas perspicazes na luta contra a repressão da cultura oficial; capítulos de resistências afro; fortes mudanças referenciais de parâmetros de poder; embates ideológicos; buscas por reconhecimento; conexões com Cuba, Jamaica, Porto Rico e a África; e diálogos com a identidade soteropolitana, que alcança pela cultura sua consagração estratégica no mercado.
Da Bahia para o Mundo, o livro também passa por debates sobre sua rica e valiosa criatividade artística, a importância dos Blocos Afro de Salvador, ligações com a salsa, o merengue, o reggae, a lambada, o frevo, a emergência do samba reggae, dos blocos de trio, à constituição do repertório dos principais artistas do universo baiano e da Axé Music.
Cuja maior parte das críticas expõe raízes culturais de um profundo recalque, e preconceitos sociais retrógrados e improdutivos.