A campanha de Che Guevara na Bolívia é contada nesta obra sem cores ideológicas nem posições políticas, quer de direita, quer de esquerda.
Trata-se de um trabalho jornalísitco imparcial, realizado por um dos mais competentes repórteres de campo do Brasil, o veterano Saulo Gomes, que passa a limpo o episódio da morte do guerrilheiro, até hoje envolto em mistérios e controvérsias.
Para tanta, ele investigou, na fonte, os bastidores do que, muito apropriadamente chama de "o nascimento de um mito". Durante oito anos, teve contato com personagens importantes dessa trama, tomando ciência, inclusive, de documentos sigilosos do governo boliviano. Contou nessa investigação com a colaboração do General Gary Prado Salmón, que, quando jovem capitão, foi o responsável pela captura do lider revolucionário.
Outro grande mérito deste livro é trazer a público, rompendo 35 anos de silencio, o depoimento exclusivo do homem que, seguindo ordens, tirou a vida de Che. A obra revela ainda que houve uma delação, a qual motivou o processo de perseguição ao guerrilheiro, envolvendo agentes do DOPS do Brasil, do exército da Bolívia e da CIA, Serviço Secreto dos Estados Unidos da América.
Trata-se de um trabalho jornalísitco imparcial, realizado por um dos mais competentes repórteres de campo do Brasil, o veterano Saulo Gomes, que passa a limpo o episódio da morte do guerrilheiro, até hoje envolto em mistérios e controvérsias.
Para tanta, ele investigou, na fonte, os bastidores do que, muito apropriadamente chama de "o nascimento de um mito". Durante oito anos, teve contato com personagens importantes dessa trama, tomando ciência, inclusive, de documentos sigilosos do governo boliviano. Contou nessa investigação com a colaboração do General Gary Prado Salmón, que, quando jovem capitão, foi o responsável pela captura do lider revolucionário.
Outro grande mérito deste livro é trazer a público, rompendo 35 anos de silencio, o depoimento exclusivo do homem que, seguindo ordens, tirou a vida de Che. A obra revela ainda que houve uma delação, a qual motivou o processo de perseguição ao guerrilheiro, envolvendo agentes do DOPS do Brasil, do exército da Bolívia e da CIA, Serviço Secreto dos Estados Unidos da América.