É complicado pensar literatura de forma a desconectar autores, usando como justificativa suas épocas, histórias e contextos. É natural que estes três elementos sejam intrínsecos às suas obras (se não fosse, por que Fernando Pessoa criaria uma história para cada um de seus heterônimos?), mas focar apenas nestes elementos não é o caminho mais justo - sequer interessante. Textos, livros, contos e poemas dialogam. A humanidade enfrenta os mesmos questionamentos há séculos, e como dizer que o questionamento de 1930 é mais valioso que o de 2015?
(Re)Pensando Álvaro de Campos: Características narrativas de Álvaro de Campos reaplicadas
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