Sou ansioso, logo "ex-sisto". Será que podemos viver em pleno século XXI sem nos tornar reféns da ansiedade? Diante de uma sociedade da "capitalcracia", que exalta à "falta da falta", o sujeito é induzido ao status do "ter que ter": sucesso, poder, fama e glória. Esta implicação imperativa sintomatiza o ser, a viver sucumbido pela ansiedade. As "psicoterapias" travestidas de ideologia medicamentosa e as promessas das "religiões" ilusionistas fracassam em aliviar o sofrimento humano. Nossa proposta não é apresentar receitas prontas, até porque o sofrimento faz parte da existência do ser, mas produzir reflexões que nos façam compreender e avaliar as demandas deste afeto chamado: ansiedade.
ROMPENDO O CÁRCERE DA ANSIEDADE
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