Nos últimos anos, muitos responsabilizam a propaganda pelo consumo excessivo, posicionando-a como o patinho feio da sustentabilidade, aquele que também deseduca as crianças, gera alcoolismo, multiplica os acidentes de trânsito, estimula a automedicação e incita a violência familiar, entre outros males da vida moderna, mas Será a propaganda culpada?
Fundamentado em sua própria vivência, em depoimentos de estudiosos de várias áreas do saber e em pesquisas científicas e estatísticas de organizações renomadas, o autor questiona o real poder da publicidade sobre as nossas vidas, bem como a liberdade e os limites que ela deve observar.
A publicidade pode estimular o consumo, mas isso só acontece quando segmentos expressivos da sociedade apresentam tendências reais ou potenciais de comportamento que podem ser exploradas no mercado. E não se pode esquecer que o consumo é imprescindível, já que a economia atual será responsável por financiar a economia verde.
A publicidade educa e estimula diversos comportamentos em nossas vidas, é um reflexo da nossa cultura, que deve ser livre para ser criativa e inovadora. Será a propaganda culpada? é um sonoro NÃO a todos os castradores da liberdade de viver, de se exprimir e fazer escolhas, sem descartar a responsabilidade dos comunicadores.
Fundamentado em sua própria vivência, em depoimentos de estudiosos de várias áreas do saber e em pesquisas científicas e estatísticas de organizações renomadas, o autor questiona o real poder da publicidade sobre as nossas vidas, bem como a liberdade e os limites que ela deve observar.
A publicidade pode estimular o consumo, mas isso só acontece quando segmentos expressivos da sociedade apresentam tendências reais ou potenciais de comportamento que podem ser exploradas no mercado. E não se pode esquecer que o consumo é imprescindível, já que a economia atual será responsável por financiar a economia verde.
A publicidade educa e estimula diversos comportamentos em nossas vidas, é um reflexo da nossa cultura, que deve ser livre para ser criativa e inovadora. Será a propaganda culpada? é um sonoro NÃO a todos os castradores da liberdade de viver, de se exprimir e fazer escolhas, sem descartar a responsabilidade dos comunicadores.