Um homem caminha pelos beirais do mundo. Cerceia hora astuto, hora aleatório, as beiradas do precipício de ser quem é. Há os que sempre hesitam. Há os que sempre saltam. Há, porém, os que, na beirada do precipício respiram com o diafragma, sentem cheiro com a alma, escutam seus corações.
Escolhendo o próprio abismo, lançando voo sobre a lucidez e outras farsas. Clamando o acender de uma lâmpada de realidade entre nossas sóbrias vidas. Advogando em prol da poesia, enquanto abdica do próprio juízo.
A arte revela-se na inocência, o amor; na memória, o inventar do vivido; no sarcasmo, o veneno da realidade em todo dia; na criação, o surrealismo que nos flutua para acima e além do apenas razoável sobreviver.
Escolhendo o próprio abismo, lançando voo sobre a lucidez e outras farsas. Clamando o acender de uma lâmpada de realidade entre nossas sóbrias vidas. Advogando em prol da poesia, enquanto abdica do próprio juízo.
A arte revela-se na inocência, o amor; na memória, o inventar do vivido; no sarcasmo, o veneno da realidade em todo dia; na criação, o surrealismo que nos flutua para acima e além do apenas razoável sobreviver.