''Em meio à visão de tantos prédios e janelas onde encontra uma miscelânea de modos de existência, há uma montanha. É a persistência da natureza em meio à revolta superficial do homem. Esta montanha é a prova de que o homem não pode fugir da natureza. Não a natureza de Gaia, mas a sua própria natureza. Esta montanha é a memória. É gigantesca, maior que todos os prédios a seu redor. É ela, a natureza oculta dentro do homem, dentro de uma linha atemporal, é ela, maior que tudo, não se pode evitá-la. Não se pode criar prisões contra ela.''
Solipsismo
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