“Seu nome é Maria Auxiliadora. Trabalha como bilheteira na estação de trens de Madureira, bairro da zona norte do Rio, conhecido por sua tradição na cultura carioca do samba e do carnaval. Milhares de pessoas passam pela estação: um pequeno retrato três por quatro do Brasil. Foi nesse palco que o sonho aconteceu.
Maria aprendeu a ler as emoções nos semblantes das pessoas. Conseguia, não sabia como, ver os detalhes da angústia, os traços da tristeza, os arranhões da raiva, os resquícios da saudade, os vestígios da nostalgia... As faces falavam, bastava olhar com paciência...”
Uma história que vaga entre o sonho e a realidade, entre o belo e o fantástico.
Maria aprendeu a ler as emoções nos semblantes das pessoas. Conseguia, não sabia como, ver os detalhes da angústia, os traços da tristeza, os arranhões da raiva, os resquícios da saudade, os vestígios da nostalgia... As faces falavam, bastava olhar com paciência...”
Uma história que vaga entre o sonho e a realidade, entre o belo e o fantástico.